quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

2010!


Desejamos a todos os camaradas, companheiros(as), amigos(as) e colaboradores da Corrente Sindical Unidade Classista (UC) um bom final de ano!


quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

A EDUCAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL DE BH E OS DESAFIOS DA CATEGORIA EM 2010




Os trabalhadores e trabalhadoras em educação da rede pública de BH não têm muito o que comemorar em 2009.
No primeiro ano do governo Lacerda não houve nenhum reajuste salarial, a política pedagógica retrocedeu para antigas práticas meritórias e o movimento sindical e popular foi sistematicamente criminalizado.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Dia do educador cubano


Cuba comemora o dia do educador, que recorda o momento em que Fidel, na Praça da Revolução, junto com os alfabetizadores, declara Cuba "território livre do analfabetismo" (1961): "Vencemos uma grande batalha, e deve ser chamado assim, Batalha. Porque a vitória contra o analfabetismo em nosso país foi conseguida mediante uma grande batalha, com todas as regras de uma grande batalha.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Urgente - Projeto 854/09


Companheira(o)s,
Precisamos de vocês na quarta-feira (23/12) às 9h na câmara municipal para aprovar o projeto 854/09 com as nossas emendas.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

PBH encaminha o projeto 854 para votação no sábado às 10h

Esperando apenas os trabalhadores em educação entrarem de férias, a PBH encaminha a votação do famigerado projeto que institui a premiação por bônus, arrochando salários e conquistas trabalhistas

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

REPRESENTANTES DEFINEM ESTRATÉGIAS DE AÇÃO DA CATEGORIA PARA 2010

No dia 10 de dezembro, nos três turnos, foram realizadas as reuniões de representantes de escolas para discutir e definir propostas de estratégias das lutas da Rede para enfretamento aos desmandos do governo Lacerda em 2010.
Os pontos discutidos e votados foram:

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Como no futebol: professor agora ganha “bicho”




A gravidade do problema da educação primária e secundária do país não se mede pela insuficiência da rede escolar (que não consegue sequer matricular toda a população juvenil do país), nem pela precariedade dessa rede (tanto em decorrência da falta de preparação e de motivação dos docentes quanto da precariedade das instalações físicas) e nem mesmo da violência que campeia tão solta a ponto de freqüentar escola constituir risco de morte.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Vitória popular: Eleições Sind-UTE Sub-sede JF


Nossos companheiros e companheiras, integrantes do Comitê Central Popular, representantes da CONLUTAS e da INTERSINDICAL, compõe a chapa MUDA SIND-UTE, vencedora das eleições para a direção da sub-sede do sindicato, que ocorreu no dia 23 a 27 de novembro.

Desde sua fundação o sindicato dos professores da rede estadual está sendo dirigido pelo mesmo grupo, a Articulação Sindical, que abandonou a luta e foi se burocratizando.

Conseguir a direção da sub-sede é um importante passo para cumprir nossas propostas:

-Resgatar a organização local de trabalho através dos Representantes das escolas;

-Presença viva do sindicato nas escolas, com materiais informativos e reflexivos;

-Construir núcleos para todos os segmentos, especialmente aos auxiliares de serviço geral e secretários, resgatando

-os da negligência que a atual gestão foi capaz de atribuir-lhes;

-Garantir espaço para os aposentados nas discussões e lutas da categoria;

-Plantão permanente de diretores sindicais para atender a categoria;

-Construir um jurídico presente na sub-sedepara atender a categoria em seus problemas específicos.

No sindicato não basta uma direção. A classe trabalhadora deve a ele se filiar e lutar pelos seus interesses, participando de greves, mobilizações. O sindicaliado tem voz e é responsável na mudança dos rumos.

Comprometemo-nos com a construção de um sindicato independente dos governos, rumo a um movimento sindical de novo tipo.

SÓ A LUTA MUDA A VIDA!

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

SINDREDE/BH REALIZA DEBATE SOBRE POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO PARA JOVENS E ADULTOS EM BH

No dia 04 de dezembro aconteceu o debate sobre políticas de educação para jovens e adultos em BH, no qual levantamos os desafios e as perspectivas das atuais políticas do governo municipal.
Compareceram estudantes (maioria da E.M. Hélio Pelegrino), profissionais da educação municipal.
A mesa foi composta pelos professores Geraldinho (diretoria SindREDE/BH), Maurício (EMUC/PET), Gilson (Hélio Pelegrino), Iran (Moysés Kalil) e Consolação (diretoria SindREDE/BH e NEPEJA/UEMG).
Após a exposição dos/as debatedores/as a plenária tomou a palavra e várias propostas de encaminhamentos da luta foram apresentados. Ao final foi tirada a seguinte agenda de luta:
a) entregar um ofício à Bancada do PT e à SMED solicitando a ampliação do prazo para a matrícula de estudantes da EJA e Ensino Regular Noturno para após o Carnaval de 2010. A entrega será realizada por uma comissão composta por estudantes e professores do Hélio Pelegrino (responsável professor Flávio) no dia 07 de setembro, às 17 horas, na Câmara Municipal, à Bancada do PT. Para a entrega na SMED, no dia 14 de dezembro, 14 horas, foi combinado que as escolas devem organizar comissões e dar um retorno até o dia 10 de dezembro, no horário das reuniões de representantes.
b) o carro de som vai passar novamente nos bairros (11 e 12 de dezembro) convocando a comunidade para fazer a pré-matrícula até o dia 22 de dezembro. Na ocasião haverá panfletagem nas áreas comerciais (com uma nova carta aberta ou o manifesto). As escolas que organizarem a panfletagem deverão informar no dia 10 de dezembro, nas reuniões de representantes, o horário/local e se vão precisar de carro de som.
c) estaremos tentando realizar a audiência pública na Câmara ainda este ano, no mais tardar no inicio do ano letivo de 2010.
d) divulgar para as escolas a audiência pública sobre a educação especial que acontecerá no dia 14 de dezembro,09 horas, na Câmara Municipal.
Agradecemos a todas e todos pela presença, participação e disposição de luta.
Somente a mobilização popular garante conquistas sociais.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Lançamento na internet da WDL, a Biblioteca Digital Mundial (UNESCO)

Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas as bibliotecas do planeta. “Tem, sobretudo, caráter patrimonial”, antecipou ontem em LA NACION Abdelaziz Abid, coordenador do projeto impulsionado pela UNESCO e outras 32 instituições.

A BDM não oferecerá documentos correntes, a não ser "com valor de patrimônio, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes: árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português. Mas há documentos em linha em mais de 50 idiomas".

Entre os documentos mais antigos há alguns códices precolombianos, graças à contribuição do México, e os primeiros mapas da América, desenhados por Diego Gutiérrez para o rei de Espanha em 1562, explicou Abid. Os tesouros incluem o Hyakumanto darani , um documento em japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da história; um relato dos aztecas que constitui a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes desvelando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.

Fácil de navegar - Cada jóia da cultura universal aparece acompanhada de uma breve explicação do seu conteúdo e seu significado. Os documentos foram escaneados e incorporados no seu idioma original, mas as explicações aparecem em sete línguas, entre elas o português. A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi pensada para receber um número ilimitado de textos, gravados, mapas, fotografias e ilustrações.

Como se acessa ao sítio global - Embora seja apresentado oficialmente hoje na sede da UNESCO em Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na Internet, através do site http://www.wdl.org/ O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar diretamente pela Web.

Quando a gente faz clique sobre o endereço http://www.wdl.org/ tem a sensação de tocar com as mãos a história universal do conhecimento. Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas geográficas, tipo de documento e instituição. O sistema propõe as explicações em sete idiomas (árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português). Os documentos, por sua parte, foram escaneados na sua língua original. Desse modo, é possível, por exemplo, estudar em detalhe o Evangelho de São Mateus traduzido em aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov, em 1840. Com um simples clique, podem-se passar as páginas de um livro, aproximar ou afastar os textos e movê-los em todos os sentidos. A definição das imagens permite uma leitura cômoda e minuciosa. Entre as jóias que contem no momento a BDM está a Declaração de Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de numerosos países; um texto japonês do século XVI considerado a primeira impressão da história; o jornal de um estudioso veneziano que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo; o original das "Fábulas" de Lafontaine, o primeiro livro publicado nas Filipinas em espanhol e tagalog, a Bíblia de Gutemberg, e umas pinturas rupestres africanas que datam de 8.000 A.C.. Duas regiões do mundo estão particularmente bem representadas: América Latina e Médio Oriente. Isso se deve à ativa participação da Biblioteca Nacional do Brasil, a biblioteca Alexandrina do Egito e a Universidade Rei Abdulá da Arábia Saudita. A estrutura da BDM foi decalcada do projeto de digitalização da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que começou em 1991 e atualmente contém 11 milhões de documentos em linha. Os seus responsáveis afirmam que a BDM está, sobretudo, destinada a investigadores, professores e alunos. Mas a importância que reveste esse site vai muito além da incitação ao estudo das novas gerações que vivem num mundo áudio-visual. Este projeto tampouco é um simples compêndio de história em linha: é a possibilidade de aceder, intimamente e sem limite de tempo, ao exemplar sem preço, inabordável, único, que cada um alguma vez sonhou conhecer.

Alejandro del Teso Herradón
Bibliotecario

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Pesquisa de economista americano, realizada em países da América Latina, mostra que as práticas de classe são o motivo do sucesso da educação em Cuba

MARTIN CARNOY "Em Cuba, a turma trabalha mais, as perguntas do educador levam todos a pensar e ele não para a toda hora para pedir atenção."
Em 1997, uma pesquisa conduzida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) testou os conhecimentos em Matemática e linguagem de 4 mil alunos de 3ª e 4ª séries de 13 países latino-americanos. Os cubanos têm desempenho muito melhor que os das outras nações. Em 2005, num novo exame, novamente Cuba ocupou o topo da lista. Qual o segredo da ilha para obter resultados tão bons? A pergunta motivou Martin Carnoy, que leciona Educação e Economia da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, a realizar um estudo comparativo entre Cuba, Chile e Brasil. Após filmar aulas de Matemática (disciplina em que o desempenho foi mais desigual nos três países) em 36 escolas e entrevistar funcionários da área de Educação de todos os níveis de governo, além de professores, diretores, estudantes e pais, o americano concluiu que boa parte das diferenças está dentro das próprias salas. "Em Cuba, a turma trabalha mais, as perguntas do educador levam todos a pensar e ele não para a toda hora para pedir atenção." Isso, no entanto, dentro de um ambiente ideologizado e repressivo, o que sugere a necessidade de adaptar as soluções para um contexto democrático. A convite da Fundação Lemann, Carnoy esteve no Brasil em agosto para lançar o livro A Vantagem Acadêmica de Cuba, em que relata as descobertas da pesquisa. Na ocasião, ele detalhou a NOVA ESCOLA o que viu nos três países.
De acordo com sua pesquisa, por que os alunos de Cuba obtêm resultados superiores aos dos outros países da América Latina?
MARTIN CARNOY Há diversos fatores em jogo, mas eu diria que o principal é o uso eficiente do tempo em sala. Filmamos aulas de Matemática da 3ª série em 36 escolas de Cuba, do Chile e do Brasil e descobrimos que, na ilha, elas são mais focadas na aprendizagem do que nos outros dois países. Como escrevo em meu livro, a qualidade de um sistema educacional depende da qualidade das experiências desenvolvidas em sala de aula.
Com qual atividade o professor brasileiro gasta mais tempo?
CARNOY Com o trabalho em grupo. Na média das escolas em que pesquisamos, 30% do tempo é dedicado a essa tarefa. No Chile, o índice foi ainda maior, 34%, enquanto em Cuba caiu para 11%. O grande problema é que, na maioria das vezes, os brasileiros estão apenas sentados juntos, ou seja, com as carteiras unidas, mas sem interagir para resolver problemas matemáticos. Cada um trabalha por si ou apenas conversa com os colegas. O verdadeiro trabalho em equipe, que inclui a discussão para resolver a questão proposta, ocorre muito pouco tanto no Brasil como no Chile.
O que toma mais tempo das aulas nas escolas de Cuba?
CARNOY Lá, 41% do tempo é reservado às tarefas individuais. A vantagem é que os alunos realmente trabalham em 38% do período resolvendo problemas e fazendo exercícios. Enquanto isso, o professor circula entre as carteiras, orientando e tirando dúvidas. Por outro lado, o período dedicado à cópia de instruções é baixo: apenas 2%.
No Brasil, o tempo usado com cópia é maior do que na ilha?
CARNOY Sim. É três vezes superior ao verificado em Cuba. Numa das salas brasileiras que observamos, a garotada chegou a ficar uma hora copiando enunciados de problemas no caderno, algo que poderia ser resolvido com uma fotocópia ou uma folha mimeografada. Para piorar, não foi explicado o porquê daquele trabalho. Não estou dizendo que o quadro-negro não deva ser utilizado: ele é importante para apresentar conceitos e discuti-los, mas acho que seu uso deve ser rápido. Passar a aula toda escrevendo é, sem dúvida, uma perda de tempo.
Que outras diferenças importantes a pesquisa revelou no que se refere ao uso de tempo?
CARNOY Descobrimos que no Chile e no Brasil despende-se o dobro dos minutos em transições de atividades ou interrupções, como pedidos de silêncio. Isso indica que a prática cubana é mais eficiente, mas também pode ter a ver com o tamanho médio das turmas. Em Cuba, as classes que analisamos tinham em média 17,9 crianças, enquanto nas brasileiras havia 27,9, e nas chilenas, 37,1.
O estudo enfoca ainda o tipo de pergunta feito à meninada. O que os dados demonstram?
CARNOY Dividimos as questões em três categorias: as repetitivas, as que têm respostas curtas e as mais complexas, que exigem a explicação do raciocínio usado - em Matemática, é essencial descrever o processo que se está aprendendo. Em Cuba, perguntas desse último tipo aparecem em 55% das aulas. Percebi que no Brasil o mesmo não ocorre. Aqui, predominam as perguntas repetitivas, geralmente respondidas em coro. Isso quando são feitas, pois em 25% das aulas brasileiras a que assistimos elas não existiram. Também há pouca discussão sobre os equívocos. Quando alguém comete um erro, o educador geralmente apaga e chama outro para o quadro. Seria muito mais produtivo perguntar: "Onde está o problema? Por que a solução está incorreta?" Do contrário, ninguém entenderá onde errou.
O material didático apresenta diferenças significativas nos três países?
CARNOY No Brasil, os livros didáticos são abrangentes, mas pouco profundos. Digo que têm 1 quilômetro de diâmetro e 1 centímetro de profundidade. Eles também possuem muitas informações teóricas, provavelmente para servir como guia de apoio ao docente, já que a formação dele é fraca. Na maioria das vezes, ele não consegue apresentar todo o conteúdo trazido pelo material. Em Cuba, há menos variedade de temas, mas cada assunto é explorado detalhadamente e com mais exercícios. O resultado é que no Brasil é bem menor a exigência em termos de habilidades cognitivas.
Como todos esses fatores interferem no desempenho dos alunos?
CARNOY Entre as três nações, o Brasil ficou em último no nível de proficiência matemática. Em uma escala que vai até 5, ele tirou 2,2, enquanto o Chile ficou com 3,2, e Cuba, com 3,8. Numa das salas brasileiras, a compreensão dos conceitos não atingiu nem o nível básico, pois as atividades se baseiam quase exclusivamente na memorização e na cópia mecânica. O país também teve a pior posição quanto à média de atenção dos estudantes e ao grau de disciplina. Pela linguagem corporal e pelas atitudes em sala, é visível quando os brasileiros ficam entediados. Aí, se desligam da tarefa e passam a brincar ou a participar de conversas paralelas. No outro extremo estão os cubanos, que têm um envolvimento maior. Muito disso se deve ao bom planejamento. Quando alguém termina uma tarefa, já se apresenta outro desafio. Então, não dá tempo de se aborrecer.
Por que os educadores cubanos conhecem os alunos melhor do que os brasileiros?
CARNOY Primeiro porque a rotatividade dos estudantes cubanos é bem menor do que nas escolas brasileiras. Eles tendem a ficar por vários anos na escola em que ingressam. Segundo porque em Cuba os mestres seguem com a mesma turma da 1ª à 6ª série. Além de terem maior familiaridade com ela, já conhecem os problemas e se esforçam para que não se repitam no ano seguinte.
De que maneira a equipe gestora colabora para a qualidade do ensino?
CARNOY O ponto principal é que, em Cuba, diretores e vice-diretores supervisionam de perto o trabalho docente entrando constantemente em sala para ver se o currículo está sendo cumprido e como é ensinado. Os educadores estão acostumados a ser apoiados didaticamente e ser avaliados pelos gestores. É um trabalho focado no aprendizado. Além disso, os diretores conhecem muito bem os estudantes e as medidas adotadas para garantir que cada um avance.
Além do que ocorre dentro da escola, que outros fatores podem influenciar a aprendizagem?

CARNOY O modelo que utilizamos inclui o chamado capital social gerado pelo Estado, que diz respeito à atuação do governo na organização do sistema educacional. Ao definir o currículo, a distribuição de alunos pelas escolas, o recrutamento e a formação docente em serviço, o Estado tem um impacto importante na atmosfera da sala. Isso se reflete no comportamento dos pequenos, nas poucas faltas dos professores e no compromisso deles e dos gestores com a melhoria da aprendizagem, além da expectativa dos pais em relação à escola. Somam-se a esse cenário a garantia de condições de saúde e de segurança e o combate ao trabalho infantil, que também são essenciais à aprendizagem. No entanto, em virtude da atuação da administração governamental centralizada e hierárquica, os métodos de ensino e o currículo são rigidamente impostos. Como não se trata de uma democracia, o ambiente estimulante para o estudo não ocorre com a participação das famílias em reuniões de conselhos escolares, por exemplo.

A formação dos professores em Cuba é de melhor qualidade?
CARNOY Sim, especialmente em Matemática. Primeiro porque os estudantes aprendem um bom conteúdo no Ensino Médio e isso tem um efeito importante na forma de atuar quando se tornaram professores. Segundo porque a formação inicial tem foco claro em como ensinar o currículo nacional. No Brasil, além de a Educação Básica ser mais fraca, a formação inicial ou é insuficiente, ou é excessivamente teórica. Os recém-formados sabem muito sobre teorias do ensino e pouco sobre como ensinar.

Como a ilha consegue atrair bons profissionais pagando salários de cerca de 35 reais?
CARNOY Os salários lá são fixados pelo Estado - que supre necessidades básicas, como moradia e alimentação - e, de fato, os educadores ganham mal. Mas, como a economia de mercado é muito pequena, as outras profissões também são mal remuneradas. Essa situação vem mudando nas províncias turísticas, onde as economias são dolarizadas e uma arrumadeira de hotel pode ganhar o triplo de um professor. Por enquanto, quem se sai bem no Ensino Médio ainda é atraído para o Magistério, considerado uma profissão de relativo prestígio. No Brasil, é preciso recuperar o salário do setor para que ele se equipare ao de outras ocupações de nível superior e atraia os melhores. O Chile deu um passo importante: nos últimos 13 anos, triplicou o salário dos docentes. Como resultado, a nota mínima para ingresso nas faculdades de Educação subiu até 10% entre 1998 e 2001.

Seu livro afirma ainda que a desigualdade também interfere no resultado educacional. Como isso ocorre?
CARNOY Em geral, as crianças frequentam escolas com colegas muito parecidos em termos socioeconômicos. No Brasil, 80% das famílias que estão entre os 20% mais pobres da pirâmide social mandam os filhos para escolas que atendem moradores de lares com rendas similares. De um lado, o resultado é uma concentração dos que têm origem semelhante em uma mesma instituição. Nas escolas de classe baixa, como a clientela tem uma procedência familiar muito parecida - em geral, com pais pouco escolarizados -, não há bons modelos em que se inspirar. Além disso, nossa pesquisa mostra que esse tipo de escola atrai os piores mestres, que possuem expectativas reduzidas sobre o que a garotada pode aprender.

Para finalizar, quais lições de Cuba o Brasil não deveria seguir?
CARNOY Penso que por aqui existe muito mais liberdade de crítica e de questionamento. Há mais caminhos para ser criativo no Brasil do que em Cuba. A possibilidade de um profissional de Educação dizer "Eu não concordo com isso" e não ser punido de alguma forma simplesmente por não se ajustar à ideologia dominante é fundamental.

Retirado de: http://convencao2009.blogspot.com/

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Reuniões de Representantes

No dia 19 de novembro aconteceram reuniões de representantes nos três turnos. Em todas elas foram discutidos os seguintes assuntos:
- Estratégias para 2010: ficou definida a próxima reunião para o dia 10 de dezembro, nos três turnos com essa pauta afim de garantir uma organização mais consolidada da categoria na Campanha Salarial 2010, e suas estratégias de luta de resistência aos ataques do governo municipal.
- Calendário Escolar 2009: necessidade de negociar com a PBH a ampliação do final do ano letivo (até 17 de dezembro) e do número de sábados (mais dois) para garantir três semanas de recesso em julho. A luta pelo retorno das férias em julho ficou como ponto a ser debatido na próxima reunião quando discutiremos as estratégias de luta da categoria para 2010.
- Diagnóstico sobre saúde do funcionalismo municipal: foi apresentada uma síntese das questões do questionário que é organizado em oito eixos (segue anexo): Dados demográficos e funcionais, Atividades domésticas/Hábitos de vida, Estado de saúde, Vacinas, Ambiente de trabalho, Ato de violência – vitimização, Demanda trabalho, Qualidade de vida . O posicionamento da categoria quanto à participação desse levantamento será definido na próxima reunião de representantes.
- Professores/as de disciplinas específicas: a orientação é que todos/as solicitem, por escrito, às direções de escola as turmas de 5ª série. E exijam a resposta, caso negativa, por escrito. De posse da negativa por escrito o Departamento Jurídico poderá encaminhar ações individuais para os/as interessados/as.
- Horário de Funcionamento do 3º Ciclo: algumas Regionais têm pressionado às escolas para organizarem o atendimento aos/às estudantes do 3º cilco somente no turno da manhã, especialmente a Regional Barreiro. Precisamos organizar a resistência das escolas para garantir a sua autonomia político-pedagógica.
- Caixa Escolar: as Regionais encaminharam às escolas a orientação de demitir todos os porteiros de 08 horas diárias, situação que causa enorme transtorno nas escolas. Por isso, a reunião de direções definiu que (...)
- Moção de apoio: Os/as representantes presentes aprovaram a moção de apoio à profa. Maria José, representante da E.M.Monsenhor Arthur Oliveira, que tem sofrido perseguições por participar das reuniões e organizar a luta e a resistência em sua escola. Exigimos respeito ao direito de livre organização da classe trabalhadora e a garantia de participação nas reuniões de representantes.
- Noturno: alguns aspectos específicos da EJA/ERN/Ensino Médio foram mais aprofundados na reunião dda noite.
a) Resistência nas escolas/comunidade: Na região do Tirol foi organizada reunião com a comunidade escolar que exige o não fechamento das turmas da E.M.Vinícius de Morais, Antônio Sales e Helena Antipoff. A partir dessa reunião ficou marcada uma reunião com a Gerência Regional e o compromisso de realização de uma audiência pública na Câmara Municipal, à noite, sobre as políticas para juventude/adultos da PBH, sob a responsabilidade do vereador Anselmo Domingos (ainda não confirmada a data).
b) Telecurso Global: continuamos no combate a este projeto educacional pernicioso para a juventude/adultos de nossa cidade.
c) Agenda de Luta:
01 e 02 de dezembro de 2009 - realização de pré-matrículas de estudantes de EJA/ERN nas escolas municipais. No final de semana anterior (28 e 29 de novembro) haverá carro de som passando no comércio em cada uma das regionais para convocar os/as interessados/as a comparecerem às escolas para realizarem a sua pré-matrícula.
04 de dezembro de 2009 - 19h - Sind-REDE/BH - Debate sobre a política educacional da PBH para jovens/adultos da cidade "Desafios e perspectivas da EJA/ERN/Ensino Médio na Rede Municipal de Belo Horizonte" (estamos vendo a possibilidade do debate ser articulado com a Audiência Pública na Cãmara)

PRÓXIMA REUNIÃO DE REPRESENTANTES
DIA 10 DE DEZEMBRO - 8H/14H/18H30
PAUTA: ESTRATÉGIAS PARA 2010

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Unificação da Carreira Docente

Nos dias 23 e 26 de novembro aconteceram duas atividades, na Câmara Municipal e no Conselho Municipal de Educação, respectivamente, sobre a Resolução 02/2009, da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CEB/CNE), que trata da unificação da carreira docente. O comparecimento das educadoras infantis foi fundamental para demonstrar ao governo a organização deste segmento da categoria na luta por seus direitos.
Diante do fato dos governos terem até o dia 31 de dezembro de 2009 para adequarem seus planos de carreira à nova Resolução do CEB/CNE, cabe à nossa categoria organizar a luta pelo cumprimento da mesma.Isso exigirá uma grande capacidade de organização das escolas/UMEIs em 2010 para conquistar esse importante direito, o de salário igual para trabalho igual.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

A luta pela escola pública em Portugal


Caros/as companheiros/as

O Bloco de Esquerda está solidário com todos/as os/as que lutam pela defesa da qualidade da escola pública e pela dignidade dos seus profissionais.

Foi com muita alegria que recebemos o testemunho da vossa luta, que é uma luta comum contra os ataques que comprometem a escola pública como lugar de democracia e de igualdade.

Em Portugal, a arrogância do governo de maioria absoluta do Partido Socialista empresarializou as escolas, dividiu arbitrariamente os/as professores/as em duas categorias (professores de primeira, “titulares”, e de segunda, “professores”), impondo-lhes um modelo de avaliação burocrático, hierárquico, incompetente, e destinado, apenas a reduzir salários. Ao mesmo tempo, a precaridedade entre os mais jovens torna-se insuportável, e a “escola a tempo inteiro” foi-se erguendo à custa de professores/as sem direitos e com salários miseráveis.

A luta que travámos envolveu a esmagadora maioria da classe, houve várias grandes manifestações, sem memória em Portugal. Foi criado um intenso movimento de opinião através de blogues, do activismo dos movimentos e do envolvimento dos sindicatos. E neste momento, há cedências significativas do governo.

É a esperança e a convicção de que uma outra escola é possível que nos tornam mais fortes.

Com um grande abraço

Cecília Honório

(deputada do Bloco de Esquerda; co-fundadora do Movimento Escola Pública)

sábado, 21 de novembro de 2009

domingo, 15 de novembro de 2009

MANIFESTO DA INTERSINDICAL À CLASSE TRABALHADORA DE MG


Após um ano de erupção da crise econômica capitalista, a mídia brasileira deixou de noticiar os seus efeitos econômicos e sociais. O fato é que o número de desempregados é um dos maiores já registrados, os direitos sociais estão sendo violados, a miséria acentuou-se e a disparidade social cresceu sensivelmente.
Tais acontecimentos revelaram ainda mais a gravidade da crise vivida pelo movimento sindical brasileiro. Nos últimos anos o sindicalismo veio perdendo sua combatividade e arrefeceu a resistência às investidas do capital.
Amplos segmentos do sindicalismo curvaram-se diante o social-liberalismo. Ao fim e ao cabo, assumem a conciliação com o capital, vem se acomodando à ordem e estão atreladas ao Governo Lula. A Central Única dos Trabalhadores e centenas de entidades sindicais cederam aos interesses associativos dos patrões, dos fundos de pensão e das burocracias partidárias.
Em Minas Gerais, a luta dos trabalhadores enfrenta uma burguesia unida contra os interesses populares. O centro articulador desta unidade é governo Aécio Neves, que impõe o chamado choque de gestão que retira investimentos públicos das áreas sociais e os transfere para a iniciativa privada, precariza as condições de trabalho de todo o funcionalismo público estadual e criminaliza os movimentos reivindicatórios na cidade e no campo.
É cada vez mais evidente que os ataques frontais às classes trabalhadoras vêm acentuando as contradições políticas e ideológicas já em curso. A perda de direitos elementares como ao trabalho e à vida em condições dignas, exige respostas à altura de todos aqueles comprometidos com as grandes maiorias nacionais e com a emancipação humana.
Num tempo em que a unidade “dos de baixo” é condição incontornável para resistir aos poderosos e garantir conquistas, temos assistido a diversas rupturas e à fragmentação sindical. Esse quadro precisa ser revertido com urgência e determinação.
A busca de respostas e saídas para vencer as dificuldades da luta sindical passa pela necessária reorganização e pelo reencontro unitário do conjunto dos trabalhadores em defesa de seus interesses imediatos e históricos.
Nós da INTERSINDICAL nos inserimos nesta realidade buscando romper com o imobilismo, a burocratização, a conciliação e a falta de inserção política das classes trabalhadoras no cenário brasileiro.
Reafirmamos o imperativo de se constituir um movimento sindical unitário combativo, independente, democrático e de massas. E, ao mesmo tempo, solidário as lutas populares e que mantenha a unidade de ação com todos que lutam contra o capital e o imperialismo.
A INTERSINDICAL pretende se organizar em Minas Gerais levando esses princípios para todos os locais de trabalho do Estado, seja no campo seja nas cidades. Ao mesmo tempo, apresentamos uma plataforma de mobilização e convidamos todos os sindicatos e sindicalistas, independentemente de seus posicionamentos, a discutirem ações comuns que qualifiquem a militância de todos nós.
· Nenhum direito a menos. Manutenção e ampliação dos direitos e benefícios vinculados ao processo de trabalho. Avançar nas conquistas.
· Redução da Jornada do Trabalho sem redução de salários.
· Ratificação imediata da Convenção 158 da OIT. Pela estabilidade no emprego e fim da demissão imotivada.
· Combate ao desemprego. Implantação de atividades e serviços que gerem postos de trabalhos permanentes e aberturas de frentes de trabalho.
· Ampliação do seguro desemprego e isenção de impostos aos desempregados.
· Fim do Fator Previdenciário. Garantia de direitos e reajustes para os aposentados e pensionistas.
· Pelo irrestrito direito de greve.
· Ratificação imediata da Convenção 151 e da Resolução 159 da OIT que garantem direitos aos servidores públicos.
· Por serviços públicos universais e de qualidade.
· Contra a flexibilização da jornada, as terceirizações, o banco de horas e a suspensão dos contratos de trabalho.
· Extensão dos direitos trabalhistas aos trabalhadores rurais assalariados.
· Pelo fim do Latifúndio – Reforma Agrária já! Mudança do índice de produtividade para efeito de enquadramento do estabelecimento rural. Estabelecimento do limite de propriedade rural.
· Contra a criminalização da pobreza e dos movimentos populares.
· Pela autodeterminação e integração dos povos latinoamericanos.


Belo Horizonte, 15 de novembro de 2009.
40 anos do assassinato de Carlos Marighela.


Comissão de Organização do Seminário Estadual da INTERSINDICAL – MG
http://intersindical.org.br/
http://ucdiariodaclasse.blogspot.com/

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A PBH quer acabar com o ensino regular noturno no município



Ontem aconteceu a vigília contra as trevas da educação. Foi uma manifestação bonita, a luz de velas, que reivindica a continuidade do ensino regular noturno, EJA e Ensino Médio, e o fim dos ataques para fechar o ensino noturno na cidade.
O programa Telecurso, PBH em parceiria com a Fundação Roberto Marinho, quer retirar da escola rapidamente os jovens, oferencendo a eles uma formação não qualificada (um professor dá aula de todas as disciplinas, apoiado por um programa de tv de 15 min).
Para o Ensino Médio, reivindicamos um convênio entre Estado e PBH (repasse de verbas do FUNDEB), afinal agora todo jovem tem direito a cursar o ensino médio e o poder público tem obrigação de oferecer.
Retirado de http://educacaoinfantilpbh.blogspot.com/


segunda-feira, 9 de novembro de 2009

VOTE CHAPA 2 - MUDA SIND-UTE/MG - OPOSIÇÃO UNIFICADA


1- QUE SEJA DEMOCRÁTICA:

Congresso vai, congresso vem, e a direção majoritária do Sind-ute recusa-se a aprovar a proporcionalidade para a direção do nosso sindicato. Qual é o medo da direção do sind-ute em democratizar nosso sindicato? Por que o sindicato não pode ter outros pensamentos políticos dentro da sua direção? Estão escondendo algo na gestão do aparato sindical? Será que os pensamentos políticos divergentes não poderiam conviver em uma entidade cujo objetivo deveria ser estimular a luta dos trabalhadores e trabalhadoras em educação? Nós entendemos que sim, sempre defendemos a democracia no sindicato, mas a direção majoritária prefere aparelhá-lo nas mãos de um único grupo político, é claro, o seu grupo.

2- QUE SEJA DE LUTA E NÃO ELEITORALISTA!

Acabamos de sair do congresso do nosso sindicato, e qual foi a tônica que a direção do Sind-ute deu para esse encontro que reuniu cerca de 2000 trabalhadores e trabalhadoras? Organizar a luta para enfrentar o governo Aécio e para exigir um piso nacional decente? Não!!!!! Segundo a maioria dos debates ocorridos, a mensagem foi clara, basta votar em Patrus para o Governo de Minas e para Dilma 2010 que os problemas dos trabalhadores e trabalhadoras serão resolvidos. Não discutem a dura realidade com os trabalhadores e trabalhadoras em educação, qual seja, sem uma organização forte e sem uma luta árdua nossos problemas tendem a aumentar. Votar unicamente não é a solução para a nossa classe, basta um exemplo, os trabalhadores e trabalhadoras em educação que confiaram já em dois mandatos do governo Lula, até hoje não viram implementado o piso salarial nacional, tantas vezes prometido pelos agentes desse governo, sem contar que tratra-se de um piso rebaixado, por uma jornada de 40 horas. A direção do sind-ute pede paciência, diz que precisamos votar novamente e esperar mais um mandato, diz que quando elegermos Patrus aí sim estaremos próximos do céu, diz que quando o país aumentar a arrecadação, a educação será valorizada!!! Quanta enrolação! Os banqueiros e empresários continuam recebendo bilhões do estado brasileiro, e a educação precisa esperar!!!! Essa direção não é a direção de que precisamos, necessitamos de uma direção que conte a verdade para a categoria e a verdade pode parecer dura, mas é uma só: sem uma luta sem tréguas contra a política do governo Aécio, sem uma luta ampla e forte para exigir do governo federal um piso nacional decente, 10% do PIB para a educação, nada disso será realidade, ficaremos à mercê dos penduricalhos dos governos de plantão que só valorizam a educação nos palanques!

3- Mudar o Sind-ute é urgente, para lutar!

Queremos você na chapa do movimento de oposição Muda Sind-ute, você que acredita que a luta é o caminho, você que acredita que nosso sindicato precisa ser democrático, você que já se cansou de ficar esperando a próxima eleição ou de votar em mais um parlamentar para melhorar a situação da educação, quando, na verdade, são apenas a vida dos parlamentares e dos governantes que melhoram...

Muda Sind-ute já!

Venha para o movimento de oposição!

domingo, 8 de novembro de 2009

Resultado da eleição do SindREDE/BH


Companheiras e companheiros, hoje realizamos a apuração das eleições do Sind-REDE/BH.

O resultado foi:
Dos votos válidos:
Chapa 1 = 22,79%

Chapa 2 = 51,75%

Chapa 3 - TRAVESSIA = 25,45%

Na composição da diretoria do Sind-REDE/BH ficamos com 08 diretores/as, sendo 06 efetivos/as e 02 suplentes.

Posteriormente, comunicaremos os nomes dos/as companheiros/as que vão assumir a gestão 2009/2011.

A CHAPA 3 - TRAVESSIA agradece o voto de todos/as aqueles/as que têm coragem de lutar, de resistir aos desmandos da PBH e de dialogar com a diversidade da categoria. Agradecemos a todos e todas que não se acordam diante do governo e continuam defendendo a greve como o instrumento fundamental para garantir os nossos direitos.

Saudações Sindicais.

COLETIVO TRAVESSIA

"Porque o que a vida nos pede é coragem"

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

SEMINÁRIO ESTADUAL DA INTERSINDICAL/MG: A REORGANIZAÇÃO DO MOVIMENTO SINDICAL NO BRASIL


Caros companheiros,
A Intersindical é uma organização que surge em 2006, com o objetivo de retomar as ações conjuntas da classe trabalhadora, com independência dos patrões e governos e autônoma em relação aos partidos políticos.
Desde então estamos na constante tarefa de retomar o trabalho de base, a combatividade do movimento sindical, e a constante mobilização dos trabalhadores e das trabalhadoras.
Aqui em Minas Gerais estamos num esforço de apresentar nossa proposta para o conjunto da classe, e discutir os desafios desse momento conjuntural.
Neste sentido, realizaremos no próximo dia 15/11 um Seminário Estadual com o tema "A Reorganização do Movimento Sindical no Brasil". Contará com a assessoria dos companheiros Ricardo Gebrim, Igor Grabois e Sávio Bones.
Acreditamos que sua contribuição enriquecerá em muito o debate, por isso convidamos sua organização a estar presente, bem como a dar uma saudação inicial na abertura do Seminário.
Saudações socialistas!
Intersindical-MG

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Três bons motivos para votar na CHAPA 3 - Travessia


RESISTÊNCIA

Somos protagonistas do nosso tempo!
A mercantilização toma conta das subjetividades: nos enquadram como sujeitos-mercadoria. O produto é a educação, a meta, a estatística, o resultado. Fomos julgados e subjugados, e nossa sentença é ceder. Assim dizem eles, e pasme, assim também dizem alguns de nós, incoerentes com o sujeito-histórico que se faz nos mais variados e contraditórios processos.
Nós da CHAPA 3-TRAVESSIA pensamos o contrário. Nosso lema é resistir, é ter sonhos, acreditar neles e trabalhar todos os dias para que sejam concretizados. Pois é a luta que transforma a nossa existência e garante conquistas. É a resistência que impede o retrocesso.
A CHAPA 3-TRAVESSIA ocupa cargos na atual diretoria do sindicato. Neste espaço nossas companheiras e companheiro têm realizado um trabalho de articulação da categoria na luta por nossos direitos. Suas propostas repercutirem na organização da nossa categoria.

Nós da CHAPA 3-TRAVESSIA optamos pela resistência frente aos ataques do governo Pimentel: defendemos que não devíamos vender a sede própria nem demitir os/as funcionários/as. Nossa defesa pressupunha a capacidade de resistência e de criação de alternativas pela nossa categoria. Essa proposta foi vitoriosa na Assembléia de Filiados e hoje nós continuamos com a sede própria, os/as funcionários/as, pagamos as dívidas e garantimos, via o desconto no Banco do Brasil, o funcionamento do sindicato.

Destacamos que durante a crise conseguimos o apoio de sindicatos de diferentes correntes políticas no sentido de doarem e/ou emprestarem dinheiro para pagamento de despesas que variavam das contas de telefone/fax até o pagamento do salário dos/as funcionários/as, entre os quais estão sindicatos da Intersindical, Conlutas, CUT, Nova Central e o Sindicato dos Comerciários de Contagem, na época filiado à Força Sindical. Conseguimos ainda a doação e/ou empréstimo de militantes da categoria e diretores/as do sindicato para o custeio de despesas cotidianas, incluindo desde papel higiênico.
Nós da CHAPA 3-TRAVESSIA tivemos a iniciativa de irmos à Brasília para conversarmos pessoalmente com os responsáveis no Ministério do Trabalho pelo registro sindical. Na ocasião entramos em contato com parlamentares atuais e antigos, entre os quais destacamos o ex-deputado federal Sérgio Miranda e o atual senador José Neri, que fizeram gestões junto ao Ministério do Trabalho para a aceleração do processo de tramitação da nossa Carta Sindical. Conseguimos ainda o apoio de dirigentes de diferentes centrais sindicais nesse processo, incluindo a Intersindical, a Conlutas, e a CUT.


DIVERSIDADE
A CHAPA 3-TRAVESSIA é composta por companheiras e companheiros militantes independentes, de partidos políticos (Consulta Popular, PCB, PSOL), da CONLUTAS, INTERSINDICAL e da Assembléia Popular.
O que une essa diversidade de militantes é a defesa da escola pública de qualidade comprometida com a classe trabalhadora, a defesa da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte. Necessariamente, não precisamos ocupar cargos de representação para discutir e fazer política. Somos pessoas de luta, independente de onde estivermos.
Somos militantes de diferentes gerações de luta nos movimentos sociais e na Rede. Somos, socialistas, feministas, libertários, somos anti-capitalistas.

LUTA
A CHAPA 3-TRAVESSIA esteve, está e estará na luta em defesa de nossos direitos, na linha de frente das lutas gerais da categoria. Exemplos desse compromisso são a organização da categoria na resistência ao projeto de lei que visava alterar nosso período de férias. Nossas companheiras e companheiro, diretoras/e do Sind-REDE/BH acompanharam todo o processo de tramitação do projeto angariando apoio às reivindicações da categoria. Outro exemplo tem sido o empenho na defesa da educação infantil, na organização de ações de resistência que garantiram conquistas importantes, entre as quais estão a redução da diferença salarial entre os cargos de educador infantil e professor municipal, o direito de participação nas eleições para o cargo de vice-direção de UMEI.

Obviamente, o êxito de nossas propostas e ações só foi possível pelo apoio que obtiveram na escolas e pelo protagonismo da nossa categoria na defesa de nossos direitos. Tanto a direção sindical como os/as representantes de escolas têm papel fundamental na consolidação da resistência e na organização da luta da categoria. Mas só conseguem organizar a luta se os/as militantes de base de cada escola sustentarem as suas propostas nos locais de trabalho. É neste sentido que acreditamos na importância da relação representante/representados, garantindo nas duas extremidades o compromisso coletivo e a coragem para enfrentarmos as adversidades provocadas pela política neoliberal dos governos municipal, estadual e federal.
Acreditamos que somente a democracia participativa e coletiva pode transformar a realidade.
Por isso, fazemos este chamamento a você que persiste e resiste, consciente do seu papel histórico, mantenedor do sindicato e da luta, às vezes silenciosa, mas concreta e coerente.Por isso, pedimos o seu voto e o seu apoio para a CHAPA 3-TRAVESSIA a fim de que tenhamos uma maioria na direção do Sind-REDE/BH com disposição de luta e com coragem. Uma diretoria que, ao lado da categoria, lute com coragem e determinação por nossos direitos.

A LUTA QUEM CONSTRÓI É A CATEGORIA

Vote CHAPA 3 - TRAVESSIA

domingo, 25 de outubro de 2009

Esclarecimentos: Chapa 3 - A travessia somos nós!


A CHAPA 3-TRAVESSIA é composta por companheiras e companheiros militantes independentes, anarquistas, de partidos políticos (Consulta Popular, PCB. PSOL), da CONLUTAS, INTERSINDICAL, Assembléia Popular.O que une essa diversidade de militantes é a defesa da escola pública de qualidade e comprometida com a classe trabalhadora, a defesa da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte.

A CHAPA 3-TRAVESSIA ocupa cargos na atual diretoria do sindicato. Neste espaço nossas companheiras e companheiro têm realizado um trabalho de articulação da categoria na luta por nossos direitos. Suas propostas repercutiram na garantia de direitos e na organização da nossa categoria.No que se refere à organização da categoria destacamos a luta firme pela manutenção da nossa sede e de nossos/as funcionários/as.

Nós da CHAPA 3-TRAVESSIA defendemos que não devíamos vender a sede própria nem demitir os/as funcionários/as quando passamos por uma forte crise financeira devido ao ataque do governo Pimentel. Nossa defesa pressupunha a capacidade de resistência e de criar alternativas de nossa categoria. Ela foi vitoriosa na Assembléia de Filiados e hoje nós continuamos com a sede própria, os/as funcionários/as, pagamos as dívidas e garantimos, via o desconto no Banco do Brasil, a arrecadação anterior.

Destacamos que durante a crise conseguimos o apoio de sindicatos de diferentes correntes políticas no sentido de doarem e/ou emprestarem dinheiro para pagamento de despesas que variavam das contas de telefone/fax até o pagamento do salário dos/as funcionários/as, entre os quais estão sindicatos da INTERSINDICAL, Conlutas, CUT, Nova Central e o Sindicato dos Comerciários de Contagem, na época filiado à Força Sindical. Conseguimos ainda a doação e/ou empréstimo de militantes da categoria para o custeio de despesas cotidianas, incluindo desde papel higienico até o financiamento de passagem aérea para o acompanhamento do processo de nossa Carta Sindical.

Nós da CHAPA 3-TRAVESSIA tivemos a iniciativa de irmos à Brasília para conversarmos pessoalmente com os responsáveis no Ministério do Trabalho pelo registro sindical. Na ocasião entramos em contato com parlamentares atuais e antigos, entre os quais destacamos o ex-deputado federal Sérgio Miranda e o atual senador José Neri, que fizeram gestões junto ao Ministério do Trabalho para a aceleração do processo de tramitação da nossa Carta Sindical. Conseguimos ainda o apoio de dirigentes de diferentes centrais sindicais nesse processo, incluindo a INTERSINDICAL, a Conlutas, e a CUT. No que se refere à defesa de nossos direitos, estivemos na linha de frente das lutas gerais da categoria, a exemplo da resistência ao projeto de lei que visava alterar nosso período de férias. As companheiras da nossa chapa junto aos/às companheiros/as da base da categoria é que estiveram presentes todos os dias na Câmara Municipal visitando os gabinetes e acompanharando todo o processo de tramitação do projeto angariando apoio ás nossas reivindicações. Em relação à luta específica da educação infantil, a ação de resistência que organizamos junto ao coletivo da educação infantil garantiu várias conquistas, entre as quais estão a redução da diferença salarial entre os cargos de educador infantil e professor municipal, o direito de participação nas eleições para o cargo de vice-direçaõ de UMEI.
Iniciamos junto ao coletivo de auxiliares de biblioteca a luta pelos direitos dos/as companheiros/as desse segmento da nossa categoria, para garantir uma carreira forte e unificada.

Obviamente, o sucesso de nossas propostas e ações só foi possível pelo apoio que tivemos e temos da categoria e pelo protagonismo da mesma na defesa de seus direitos.É neste sentido que acreditamos na importância da relação representante/representados, garantindo nas duas pontas o compromisso coletivo e a coragem para enfrentar as adversidades provocadas pela política neoliberal do governo municipal.

Por isso, pedimos o seu voto e o seu apoio para a CHAPA 3-TRAVESSIA a fim de que tenhamos uma maioria na direção do Sind-REDE/BH com disposição de luta e com coragem. Uma diretoria que, ao lado da categoria, lute com coragem e determinação por nossos direitos.

domingo, 18 de outubro de 2009

Eleições para o SindREDE/BH - Chapa 3: A Travessia somos nós


Nós, professoras/es da educação básica (educação infantil/ensino fundamental/ ensino médio) e auxiliares de escola/ biblioteca/secretaria, construímos uma chapa junto com outros/as trabalhadores/as em educação para disputar as eleições do Sind-REDE/BH em novembro.Participamos e votamos na Chapa 3 - Traves­sia, porque é composta por companheiras e companheiros que têm coragem de enfrentar as imposições do governo e de, junto com a categoria, organizar lutas para realizarmos conquistas importantes.

No último período, apesar das tentativas da PBH de ampliar o calendário escolar, manti­vemos os 200 dias letivos e o limite máximo de 04 escolares; derrotamos na Câmara Muni­cipal a proposta do governo de regulamentar nossas férias em janeiro.

Defendemos veementemente, durante o ano de 2009, a deflagração da greve como a me­lhor estratégia para enfrentar os desmandos do atual prefeito e garantir a manutenção dos nossos direitos e o reajuste salarial.

Nós participamos da CHAPA 3 – TRAVESSIA porque acreditamos no trabalho coletivo e desejamos continuar o debate pedagógico da REDE, divulgar e manter a memória coletiva das lutas e conquistas da nossa categoria.
As/os militantes que compõem a CHAPA 3 - TRAVESSIA vêm, no decorrer dos anos, parti­cipando do protagonismo pedagógico da Re­de e têm investido em cursos de formação, e na publicação de cadernos de formação e revistas de divulgação do trabalho realizado nas escolas, a partir dos cargos que seus/suas representantes ocupam atualmente na dire­ção do Sind-REDE/BH.


A CHAPA 3 – TRAVESSIA é uma chapa composta por representantes e militantes de escolas de todos os segmentos da categoria e presen­tes em todas as regionais. NA CHAPA 3 - TRA­VESSIA estão presentes pessoas que lutam há muitos anos pela política educacional e valori­zação dos/as trabalhadores/as, e também pessoas novatas na Rede, que já entraram enfrentando com coragem e determinação o autoritarismo do governo.A CHAPA 3 – TRAVESSIA conta com atuais diri­gentes do sindicato; Conselheiros/as que re­presentam nosso segmento no Conselho Muni­cipal de Educação e Conselho do FUNDEB; Professores/as da Educação Infantil, do Ensino Fundamental (1º, 2º e 3º ciclos) e do Ensino Médio; Auxiliares de Biblioteca, Secretaria e de Escola; Companheiros/as em Readaptação Funcional; Diretores/as de Escola e UMEI e todas as gerações dessa categoria.

A CHAPA 3 – TRAVESSIA possui lideranças nos diversos segmentos da categoria, incluindo os/ as professores/as de disciplinas especializadas que batalham pela permanência em suas es­colas de lotação e aqueles/as que têm luta­do pela continuidade do Ensino Médio na Rede Municipal.As eleições acontecerão nos dias 03, 04, 05 e 06 de novembro com urnas itinerantes nas escolas. Para votar na CHAPA 3 – TRAVESSIA filie-se até dia 19 de outubro.
Conheça um pouco mais da CHAPA 3 – TRA­VESSIA no nosso site http://www.redetravessia.com.br/. http://www.redetravessia.com.br/


O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrou­xa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem. Guimarães Rosa

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Informe da reunião com a SMED/BH, por Thaís Tavares do Coletivo Travessia (Chapa 3)

Oi, gente!
Na última quinta-feira, depois de três dias de disputa política na Conferêcia de Educação, tivemos uma reunião de informação... ops.... de negocação com a SMED e o Recursos Humanos. A reunião foi uma demonstração de total desrespeito à capacidade de organização da categoria e ao sindicato que a representa.
Ao adentrar a sala de reunião tivemos que escutar a primeira provocação. Como estávamos eu e a Cris na reunião e comentávamos algo da UMEI São Gabriel, o Secretário Adjunto de Educação, Afonso Renan, questionou se chamávamos as crianças de alunos. Respondi q sim e ele imediatamente completou que as "meninas" (quem trabalha com ed infantil sempre é "menina") da SMED não chamam. A Cris respondeu: "Cuidado com o preconceito" e a Dagmar afirmou q é difícil chamar uma criança de aluno se não há trabalho pedagógico. Respondi rapidamente que trabalhamos com conceitos e conteúdos com as crianças pequenas, portanto elas são alunos/as, e passamos para a pauta da reunião, caso contrário os demais itens não seriam tratados.
O primeiro ponto de pauta foi a proposta do governo para a educação municipal. Iniciaram reafirmando a mesma posição anterior sobre o ACPATE: o governo não criou estratégias para garantir a substituição de professores/as e os 20% da carga horária para o estudo, planejamento e avaliação. Disseram que para diminuir as substituições, iriam "racionalizar o atendimento na perícia médica", mas não sabem ainda o q é isto. Irão continuar exigindo que os/as professores/as substituam. Afirmam q o papel do coordenador é essencial fora da sala de aula (o que concordamos), e que eles não devem substituir professores. Os/as acompanhantes também não podem substituir, pois a função deles/as é outra.
Seguindo esta lógica da prefeitura dentro do contexto existente hj na escola, recriamos na rede a educação feita por um grupo q pensa, planeja e avalia (acompanhantes, coordenadores e avaliação externa) e outros que executam (os professores que não tem tempo para planejar, avaliar e estudar). Sobre o aumento do número de professores por turma (de 1,5 para 1,8) o governo afirmou que este quantitativo é impssível de ser implementado, pois onera a folha de pagamento. Sabemos q a situação financeira da PBH é diferente da apresentada, comprovado pela pesquisa o ILAESE.
Ainda na discussão sobre ACPATE, levamos para a mesa de negociação o dado de 2008 de uma escola da rede. Ao calcularmos a quantidade de 10% de substituições durante o ano, os/as representantes do governo afirmaram que este dado é baixo e que 10% não preocupa a SMED.
Sobre a Reunião Pedagógica, o governo retrocedeu ao acordado na última reunião: retomam a discussão da ampliação da jornada por meio de um abono das reuniões fora do horário de trabalho. O governo afirmou com todas as letras que não há possibilidade de negociação neste ponto e que eles irão encaminhar o projeto para a Câmara, independente da posição oficial da categoria. Afirmaram, ainda, que os/as diretores/as aprovam esta idéia e isto já foi negociado com eles/as.
Outro projeto que será encaminhado para a câmara, independente da avaliação da categoria, é o abono de fixação. Ao discutirmos os problemas gerados por este abono, o Secretário de Recursos Humanos, Márcio Serrano, afirmou que deu certo na área da saúde e portanto será bom para a educação.
Neste momento o governo apresentou sua proposta de remuneração para os próximos anos: remuneração diferenciada de acordo com o projeto político pedagógico das escolas. Com esta política, não haverá mais índice salarial igual para todos, e o vencimento (não explicaram se no reajuste ou por abonos) será vinculado ao desempenho da escola. Segundo eles, isto estava explícito nas propostas de governo do Márcio Lacerda e será aplicado nos próximos anos, sem possibilidade de negociação.
Sobre os/as acompanhantes de escola, disseram que no geral eles escutam elogios, e que os problemas apresentados pelas escolas são pontuais. Caso estejam ocorrendo nas escolas, devemos encaminhar o nome deles/as para a SMED.
Tratamos ainda, das portarias do calendário escolar. Sobre este ponto eles novamente demonstram o desrespeito pelo sindicato, enquanto representante da categoria, afirmando coisas como: "não temos que conversar com o sindicato para resolver questões da cidade". Disseram que o calendário foi negociado direto com as escolas, e que a situação dos próximos cortes tem que ser discutido com o Recursos Humanos, na presença de representantes da SMED. Ao final do tema desafiaram a categoria a "tomar posição e criar o fato" de não reposição de alguns dias de greve.
Para terminar, disseram que não irão acatar o parecer da CEB/ CNE sobre a permanência dos/as professores/as de disciplinas específicas no último ano do segundo ciclo, antiga quinta série. Se negaram a dar esta orientação por escrito.
No ano de 2009, a categoria decidiu em assembleia realizar várias manifestações para reivindicar seus direitos. Definiu, ainda, que não estava preparada para assumir uma greve por tempo determinado ou indeterminado. Precisamos com urgência retomar nosso movimento, não deixando que a greve seja banalizada. Esta é uma das nossas estratégias mais fortes para garantir nossos direitos e interromper com a política neoliberal do governo Márcio Lacerda.
Durante todo o ano de 2009 defendemos e acreditamos na capacidade organizativa da rede. Neste momento chamamos todos/as a refletir sobre a política que teremos que enfrentar nos próximos 3 anos, pois se não recuperarmos esta capacidade, os ataques virão com mais força ainda.
Thaís Tavares
somos chapa 3 - Travessia!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

A INTERSINDICAL e as eleições do SindREDE/BH


A INTERSINDICAL/MG tem participado das lutas da rede municipal de educação de BH desde a sua organização no município, contribuindo para a construção de uma frente classista junto à categoria, participando da necessária resistência contra os ataques do governo municipal que impõe a redução de direitos, o congelamento dos salários, além das medidas que, para proteger o Capital, retoma a agenda das reformas (choque de gestão) para diminuir os gastos públicos na saúde, educação e moradia.
No processo de organização e luta para enfrentar os ataques da gestão Lacerda e seus apoiadores (as famílias donas das concessões do transporte público, os tubarões do ensino privado, empreiteiras, etc) vamos acumulamos forças para saltar da resistência e avançar contra esse sistema que sobrevive a partir da exploração da classe trabalhadora.
Crescemos muito nestes dois anos de construção da INTERSINDICAL/MG e agora teremos mais um desafio: as eleições do SindREDE/BH (Sindicato da rede pública municipal de educação/BH) entre os dias 03 e 06 de Novembro de 2009. Para tanto, estamos participando da construção da Chapa Travessia, que é um coletivo formado por trabalhadores e trabalhadoras em educação da Rede Municipal de Belo Horizonte que discute a ação sindical da categoria diante da configuração política atual, por acreditar que a organização da Rede é a única maneira de garantir melhores condições de trabalho. O Coletivo Travessia busca também contribuir com a reflexão pedagógica por considerar a nossa profissão como construtora da realidade histórica em que vivemos.
Esse processo eleitoral terá o esforço decidido da INTERSINDICAL para que seja um espaço para construção do reascenso da luta dos trabalhadores e trabalhadoras em educação de BH, para sairmos da defensiva e colocarmos na ordem do dia uma alternativa popular. É na unidade de ação que forjaremos as ferramentas para a futura unidade orgânica dos trabalhadores.
INTERSINDICAL/MG, um instrumento classista de luta e organização da classe trabalhadora e do movimento sindical mineiro.


Coordenação Estadual da Intersindical/MG
Corrente Sindical Unidade Classista
Consulta Popular

Elogio do Aprendizado



Aprenda o mais simples!
Para aqueles cuja hora chegou
Nunca é tarde demais!
Aprenda o ABC; não basta, mas aprenda!
Não desanime!
Comece! É preciso saber tudo!
Você tem que assumir o comando!
Aprenda, homem no asilo!
Aprenda, homem na prisão!
Aprenda, mulher na cozinha!
Aprenda, ancião!
Você tem que assumir o comando!
Freqüente a escola, você que não tem casa!
Adquira conhecimento, você que sente frio!
Você que tem fome, agarre o livro: é uma arma.
Você tem que assumir o comando.
Não se envergonhe de perguntar, camarada!
Não se deixe convencer!
Veja com seus próprios olhos!
O que não sabe por conta própria, não sabe.
Verifique a conta
É você que vai pagar.
Ponha o dedo sobre cada item
Pergunte: o que é isso?
Você tem que assumir o comando.


Bertolt Brecht

domingo, 4 de outubro de 2009

Eleições do SindREDE/BH - Auxiliares presentes por uma educação de qualidade!! Vote Chapa 3 - A Travessia somos nós


Nós, Auxiliares de Escola, Secretaria e Biblioteca, construímos uma chapa junto com outros/as trabalhadores/as em educação para disputar as eleições sindicais mês que vêm.

Construímos, apoiamos e votamos no Travessia, chapa 3, porque é a corrente que garantiu na atual direção do sindicato o diálogo com Auxiliares de Escola, Secretaria e Biblioteca. Com isto conquistamos importantes espaços de organização, construímos um manifesto e abrimos negociações específicas do segmento com a SMED.

Nós conhecemos e acreditamos no trabalho do Travessia, chapa que possui acúmulo na discussão pedagógica da rede, memória coletiva das lutas e conquistas da categoria e vem, no decorrer dos anos, apostando no protagonismo pedagógico da rede. Esta corrente garantiu cursos de formação, cartilhas e revistas que refletem o trabalho nas e das escolas.

É uma chapa que garante a presença também de representantes de todos os segmentos da categoria e de todas as regionais. Nela estão presentes pessoas antigas, que lutam há muitos anos pela política educacional e valorização dos/as trabalhadores, e também pessoas novas na rede, que já entraram enfrentando com coragem as determinações autoritárias do governo.

A chapa tem colegas que atuam há mais de 20 anos na Educação do município além de contar com Professores do Ensino Fundamental (1º, 2º e 3º ciclos) e do Ensino Médio; Professoras da Educação Infantil; Colegas em Readaptação Funcional e todas as gerações dessa categoria, além, é claro, dos Auxiliares de Biblioteca, Secretaria e de Escola.

Conheça um pouco mais do travessia no nosso site http://www.redetravessia.com.br/ e filie-se para votar na chapa que melhor nos representa!


Atenciosamente,


As/os representantes do nosso segmento na chapa do Travessia:

Daniel Oliveira – Auxiliar de Biblioteca (EM José de Calazans)
Leandro Estevão Moreira Santos – Auxiliar de Biblioteca (EM Rui da Costa Val)
Juliana Mayrink – Auxiliar de Secretaria (EM José de Calazans)
Abraão Almeida da Silva – Auxiliar de Escola (EM Prof. João Camilo de Oliveira Torres)
Roberto - Auxiliar de Biblioteca (EM Gracy Viana Lage)

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Denúncia das professoras de Bom Despacho/MG

Professoras disse... A coisa está feia, os profissionais do magistério receberam seus contra-cheques hoje e se decepcionaram.
1º o retroativo dos mês de Agosto que foi prometido em asembléia na câmara, não apareceu.
2º o salário base passou para R$680,00, e o desconto do BDPREV de 11%, fopi calculado errado, descontando R$80,11, ao contrário de R$ 74,80 (matemática simples), nos roubaram R$ 5,31 só aí.
3º o Quinquênio- direito adquirido de muitos, passou a se chamar VANTAGEM PESSOAL, e não corresponde mais a 10% do salário base (isso pode?). Para professores com o salário base de R$ 680,00, o quinquenio reebido foi de R$48,30, ao contrário de R$68,00, mais uma vez nos roubaram R$ 19,70.
* Em um único mês conseguiram nos roubar R$ 25,01. Sem contar que não nos pagaram as promoções e progressões previstas no plano de carreira.

http://revistacidadedosol.blogspot.com/

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

I SEMINÁRIO DO INSTITUTO CAIO PRADO JR. - MG


Local: Auditório Bicalho, FAFICH-UFMG (Campus Pampulha, Belo Horizonte)

Programação

Dia 29 de setembro, 2009:

18h: Abertura e apresentação do Instituto Caio Prado Jr. - Prof. Pablo Oliveira Lima (UFMG)
20h: Palestra "Independência do Brasil: releituras" - Prof. Marcus Caetano Domingos (Cefet-USP)

Dia 30 de setembro, 2009:

18h: Palestra "A academia no mundo do trabalho" - Prof. Antônio Carlos Mazzeo (Unesp)
20h: Lançamento de publicações:

O vôo de Minerva, de Antônio Carlos Mazzeo (Editora Boitempo, 2008)
Ferrovia, Sociedade e Cultura: 1850-1930, de Pablo Oliveira Lima (Editora Argvmentvm, 2009)
Novos temas, revista do Instituto Caio Prado Jr.

Aberto ao público.
contatos: http://institutocaiopradojrmg.blogspot.com/
plolima@yahoo.com

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

[RMEBH] Reunião do Coletivo Travessia

Coletivo TRAVESSIA

dia 25 de setembro às 18h30

no SindREDE/BH

Participe e venha construir conosco a luta pela educação popular!!!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

REPOSIÇÃO DE AULAS: NÃO VAMOS REPOR NENHUM DIA NA SEMANA DE OUTUBRO

A SMED com base na decisão do Conselho Nacional de Educação publicou a portaria para a reposição dos dias referentes à gripe suína. No texto, a SMED incluiu as demais paralisações na mesma tentativa realizada em junho.
Portanto, em relação à gripe suína não estamos encontrando maneiras jurídicas de escapar da reposição do período da gripe suína e não temos neste momento um movimento para
bancarmos a não reposição.
Em relação aos dias de greve, nossa categoria definiu nas últimas assembléias pela não reposição. Essa posição exige negociarmos com a PBH a anistia dos dias parados, reconhecendo-os, como é previsto no Estatuto do Servidor, que são dias de falta justificada.
Entretanto, diante da possibilidade da não anistia, precisamos definir uma posição coletiva comum no sentido de impedir que a PBH utilize o nosso movimento para uma nova punição (a
primeira foi o corte imediato dos mesmos em nossos salários) o que implicaria em um atraso na avaliação de desempenho, pois temos 08 dias de greve em discussão.
Neste sentido, propomos os seguintes princípios:
1. Não entrar na semana de outubro para nenhuma reposição (gripe suína e/ou dias de greve)
2. Repor, no limite, 04 dias de paralisação para evitar qualquer prejuízo funcional.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

PBH REALIZA PRÉ-CONFERÊNCIAS REGIONAIS DE EDUCAÇÃO

A Prefeitura de Belo Horizonte realiza no dia 26 de setembro, às 8h, as Pré-Conferências Regionais de Educação, em pontos distintos das nove regio­nais da cidade. Na ocasião, serão eleitos 60 representantes da comunidade escolar, que atuarão como delegados na Conferência Municipal de Educação (Comed-BH), preparatória da Conferência Nacional de Educação (Conae 2010), e na V Conferência Municipal de Educação. Toda a comunidade pode participar dessas conferências, mas, para isso, é preciso participar de uma das pré-conferências. Para se inscreverem, os interessados devem procurar as Gerências Regionais de Educação.
Comed-BH
A Comed-BH será realizada nos dias 5 e 6 de outubro, no Sesc Venda Nova (rua Maria Borboleta, s/nº, bairro Letícia). Durante o encontro, serão eleitos 174 delegados que representarão a capital no Conferência Estadual de Educação (Coeed-BH). A Comed-BH tem grande importância, pois é a primeira vez em que sociedade civil, agentes públicos, entidades de classe, estudantes, profissionais da educação e pais se reunirão em torno da discussão pela melhoria da qualidade da educação brasileira, para fins de proposição de políticas públicas em âmbito nacional. É uma grande oportunidade para que as pessoas possam contribuir para a definição de critérios, proposição de alterações supressivas ou aditivas aos eixos temáticos constantes de um documento, cujo objetivo é qualificar e otimizar a educação.
.As questões abordadas na Comed-BH serão levadas para a Coeed-MG, prevista para novembro deste ano e, posteriormente, serão debatidas na Conae, que será realizada em abril de 2010, em Brasília, com o objetivo de propor diretrizes e metas para a elaboração do novo Plano Nacional de Educação.
V Conferência Municipal
No dia 7 de outubro a­contecerá a V Conferência Municipal de Educação, que discutirá questões mais específicas do Sistema Municipal de Ensino, pautadas nos temas dos dois dias anteriores, articulando as questões pertinentes ao Plano Municipal de Educação, além de eleger os novos membros do Conselho Municipal de Educação para o biênio 2010/2011.
.Nessas conferências, os temas debatidos serão emba­sados em seis eixos temáticos oriundos do tema central da Conae: “Construindo o Sistema Nacional articulado de Educação: Plano Nacional de Educação, suas diretrizes e estratégias de ação”.
Locais onde serão realizadas as Pré-Conferências
Barreiro - Escola Municipal Luiz Gatti (rua O Garimpeiro, 45, Conjunto Ademar Maldonado)
Centro-Sul - Escola Municipal Marconi (avenida do Contorno, 8.476, bairro Santo Agostinho)
Leste - Escola Municipal Santos Dumont (avenida Mem de Sá, 600, bairro Santa Efigênia)
Nordeste - Escola Municipal Professora Eleonora Pieruccetti (avenida Bernardo Vasconcelos, 288, bairro Cachoeirinha)
Noroeste - Escola Municipal Belo Horizonte (avenida José Bonifácio, 189, bairro São Cristóvão)
Norte - Escola Municipal Hélio Pellegrino (rua Guilherme Soares, 255, bairro Guarani)
Oeste - Sebrae (avenida Barão Homem de Melo, 329, bairro Nova Suíssa)
Pampulha - Regional Pampulha (avenida Antônio Carlos, 7596, bairro São Luiz)
Venda Nova - Escola Municipal Geraldo Teixeira da Costa (rua Márcio Lima Paixão, 8, bairro Rio Branco)

Fonte: http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=1006466

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

[Coletivo Travessia] Venha discutir conosco os rumos da educação pública em BH - Veja o convite, divulgue, participe!

Coletivo Travessia - Quem somos

O Coletivo Travessia é formado por trabalhadores e trabalhadoras em educação da Rede Municipal de Belo Horizonte que discute a ação sindical da categoria diante da configuração política atual, por acreditar que a organização da Rede é a única maneira de garantir aos melhores condições de trabalho.O Coletivo Travessia busca também contribuir com a reflexão pedagógica por considerar a nossa profissão como construtora da realidade histórica em que vivemos.

O Coletivo Travessia congrega militantes das escolas municipais de Belo Horizonte, vinculados ou não a partidos políticos e/ou centrais sindicais. Atualmente, ele é composto por militantes sem partido político, militantes do PSOL e PCB, da Intersindical e da Conlutas, representantes de escolas e dirigentes do Sind-REDE/BH.Para divulgar nossas posições políticas e pedagógicas para a categoria dos/as trabalhadores/as em educação criamos um site. Queremos, com ele, dar maior visibilidade ao nosso grupo dentro do Sind-Rede/BH, assim como ampliar nossas discussões aos nossos companheiros/as de trabalho.

Visite nosso site! Conheça as nossas idéias! Participe de nossas reuniões!http://br.geocities.com/coletivo.travessia/

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Eleição para a Diretoria do Sind-Rede/BH 2010-2012


No dia 02 de setembro a Assembleia de Filiadas(os) do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte tomou as seguintes deliberações:
Eleição da Comissão Eleitoral;
Período de inscrição das Chapas será do dia 30/09 até o dia 02/10, de 9 às 20h;
Sorteio do número para as chapas inscritas será no dia 02/10, às 20h;
Entrega do material de campanha será até o dia 05/10;
Período para votação: nos dias 03, 04, 05 e 06 de novembro, de 8 às 21h.
Obs.: Artigo 59, do Estatuto do Sind-Rede/BH:
" São condições para o filiado votar:
a) ser filiado efetivo do Sindicato no mínimo 15 (quinze) dias antes da data inicial prevista para o período das eleições;
b) não estar infringindo o Estatuto do Sind-Rede/BH - Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte."

domingo, 6 de setembro de 2009

Memória recente III - Educação em BH: Auxiliares de Biblioteca Escolar da PBH lançam manifesto durante VIII Encontro na SMED/BH em 2008




Estamos reestruturando a barra lateral do Diário da Classe, e passaremos a postar vídeos. As fotos que marcaram as lutas dos trabalhadores mineiros 2008 serão relembradas no espaço memória recente.
A terceira e última postagem da série é sobre a participação do coletivo Lima Barreto de Auxiliares de Biblioteca Escolar da PBH, onde lançamos manifesto durante VIII Encontro na SMED/BH, no dia 11 de dezembro de 2008.
Coletivo de Auxiliares de Biblioteca Escolar Lima Barreto, presente! Antônio, Daniel e Alexandre.
Daniel Oliveira, militante do Coletivo Lima Barreto e da Unidade Classista/Intersindical, apresentou as reivindicações da categoria.
Auxiliares e bibliotecários presentes no Encontro - Somente com a participação de todos poderemos mudar essa situação.
Na barra lateral, já estão disponíveis vários vídeos: duas canções; de Victor Jara e de Pedro Munhoz, além de um vídeo emocionante de um discurso de uma criança hondurenha durante um festival musical contra o golpe militar, entre outros.Continuem acompanhando, logo teremos outros vídeos e mais memória recente. Força sempre!
Corrente sindical Unidade Classista/Intersindical - Base de trabalhadores e trabalhadoras em educação/MG

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Calendário de atividades da RMEBH


  • Reunião do Coletivo de Inclusão
    Dia 02/09 – quarta-feira – às 14h – no Sind-Rede/BH

  • Manifestação das Escolas de Ensino Médio
    Dia 02/09 – quarta-feira – às 14h – na SMED

  • Assembleia de Filiados para a Eleição da Comissão Eleitoral do Sind-Rede/BH
    Dia 02/09 – quarta-feira – às 19h – no Sind-Rede/BH

  • Assembleia Regionalizada dos Auxiliares Contratados pela Caixa Escolar
    Regional Barreiro

    Dia 03/09 – quinta-feira – às 19h – na Escola Municipal Isaura Santos

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Memória recente II - Educação em Minas: Greve 2008 por salário, dignidade e transformação social



Estamos reestruturando a barra lateral do Diário da Classe, e passaremos a postar vídeos. As fotos que marcaram as lutas dos trabalhadores mineiros 2008 serão relembradas no espaço memória recente.
A segunda postagem da série é sobre a greve da rede pública estadual de educação de Minas Gerais.
Passeata sucedeu a assembléia do dia 16/09 e culminou com a ocupação do centro de BH. A Unidade Classista esteve presente, inclusive no comando de greve através do camarada Fábio Bezerra.
Na barra lateral, já estão disponíveis vários vídeos: duas canções; de Victor Jara e de Pedro Munhoz, além de um vídeo emocionante de um discurso de uma criança hondurenha durante um festival musical contra o golpe militar, entre outros.
Continuem acompanhando, logo teremos outros vídeos e mais memória recente. Força sempre!
Corrente sindical Unidade Classista/Intersindical - Base de trabalhadores e trabalhadoras em educação/MG

domingo, 30 de agosto de 2009

Memória recente - Ocupação da avenida Afonso Pena: Jornada de lutas RMEBH 2008




Estamos reestruturando a barra lateral do Diário da Classe, e passaremos a postar vídeos. As fotos que marcaram as lutas dos trabalhadores mineiros 2008 serão relembradas no espaço memória recente.
A primeira postagem da série é sobre a ocupação da Afonso Pena pelos trabalhadores em educação da rede BH na primeira manifestação de 2008.
Na barra lateral, já estão disponíveis três vídeos: duas canções; de Victor Jara e de Pedro Munhoz, além de um vídeo emocionante de um discurso de uma criança hondurenha durante um festival musical contra o golpe militar.
Continuem acompanhando, logo teremos outros vídeos e mais memória recente. Força sempre!
Corrente sindical Unidade Classista/Intersindical - Base de trabalhadores e trabalhadoras em educação/MG

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

PROPOSTA DA PBH PARA PAGAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO


Em reunião realizada no dia 11 de agosto, o governo assumiu o compromisso de
pagar todos os cursos concluídos e protocolados antes da nova legislação. A exceção são os cursos com investigação do Ministério Público, entre os quais estão FIJ e FERLAGOS, bem como, os cursos presenciais de instituições de outras cidades, que estão sendo analisados através de procedimentos administrativos, nos quais o/a servidor/a recebeu solicitação de comprovação de participação nas aulas.
Na reunião do dia 19 de agosto, o governo afirmou que serão liberados, atendendo a legislação antiga (cursos que atendem 3 dos 5 critérios) nos seguintes casos:
1) Os cursos dos/as servidores/as que estavam com BM “congelado” por motivos administrativos e não puderam ser protocolados, ou tiveram seus processos indeferidos.
2) Os cursos das pessoas que não puderam protocolar ou tiveram o processo indeferido por causa de atraso na avaliação de desempenho ou publicação da mesma.
Nos casos indeferidos, haverá a necessidade de abrir recurso administrativo. Nos casos em que não há resposta da PBH, é necessário solicitar resposta do pedido de progressão.
Nestes dois casos há necessidade de aguardar a publicação da regra de transição.
Em relação aos cursos iniciados antes da nova lei, o governo informou que
enviará à Câmara a sua proposta de regulamentação da regra de transição, através de um projeto de lei que prevê algumas situações distintas:
a) Os cursos que foram iniciados até 06/12/2007 e não estavam concluídos antes da mudança da lei, deverão atender 3 dos 5 critérios da lei antiga, sendo necessariamente um deles, a existência de credenciamento da instituição pela CAPES.
b) Os cursos que foram feitos através de convênios entre as instituições educacionais e a SMED.
Segundo o governo, o envio da proposta de transição depende da aceitação pela
categoria. Neste sentido, as reuniões de representantes realizadas no dia 20 de agosto encaminharam a discussão para as escolas/UMEIs e a definição da posição da categoria para a Assembleia Geral, com PARALISAÇÃO TOTAL, a ser realizada no dia 16 de setembro, às 8h.