terça-feira, 25 de novembro de 2008

Seminário Estadual A crise econômica mundial



Belo Horizonte - Dias 28 e 29 de novembro de 2008


Seminário Estadual
A crise econômica mundial



PROGRAMAÇÃO


Dia 28 de novembro

18h - Mesa 1
Elementos estruturantes da crise mundial. Natureza da crise.

João Antônio de Paula
Doutor em História da Economia e Professor da UFMG

Luiz Figueiras
Doutor em Economia e professor da UFBA


29 de novembro

09h - Mesa 2
Consequências Econômicas, Sociais e Políticas para o Brasil e a América Latina

Reinaldo Carcanholo
Professor do Mestrado em Políticas Sociais da UFES

Lécio Morais
Mestre em Ciências Políticas , Economista e Assessor Parlamentar

Laura Tavares
Doutora em Economia e professora da UFRJ


12:30 - Mesa 3

O quê fazer diante da crise - quais as saídas?

Mauro IASI
Doutor em Sociologia e Professor da Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo

Ronald Rocha
Sociológo e Coordenador do Instituto 25 de março

José Welmowipk
Sociólogo e Editor da Revista Marxismo Vivo


Local: Faculdade Promove

Rua Timbiras, 1514 - Lourdes - Belo Horizonte/MG


Organização: MST, Via Campesina, MAB, AP, Sindicato dos Jornalistas, Instituto Caio Prado Jr, Instituto 25 de março, Brigadas Populares, Marcha Mundial das Mulheres, Intersindical, Conlutas, CUT, UEE, UBES, UCMG, UJC, JS/PDT, AMES, JR, IMLB, FAMEMG, SENGE - Sindicato dos Empregados no Comércio de BH, Corrente Sindical Unidade Classista - Coletivos de trabalhadores em Educação Armando Ziller

Apoio: PSOL, PCB, PSTU, PCR, PCdo B, PT, RC, CP, PDT/BH

Um comentário:

Aphonso de Medeiros disse...

Essa é a discussão central.
E só existe uma ferramenta para entendê-la: o Marxismo-Leninismo.
As manifestações concretas, ajustadas a realidade da luta de classes daquilo que entendemos como centralização e concentração de capital, como sobreacumulação de capital, como queda tendencial da taxa de lucro.
Sob o ponto de vista do capital, não há saída para essa crise que não seja mais exploração. Para o capital quem paga pela saída e pela permanência na crise são os explorados.
Sob o ponto de vista da classe operária a saída é a revolução.