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sábado, 21 de novembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
MANIFESTO DA INTERSINDICAL À CLASSE TRABALHADORA DE MG

Tais acontecimentos revelaram ainda mais a gravidade da crise vivida pelo movimento sindical brasileiro. Nos últimos anos o sindicalismo veio perdendo sua combatividade e arrefeceu a resistência às investidas do capital.
Amplos segmentos do sindicalismo curvaram-se diante o social-liberalismo. Ao fim e ao cabo, assumem a conciliação com o capital, vem se acomodando à ordem e estão atreladas ao Governo Lula. A Central Única dos Trabalhadores e centenas de entidades sindicais cederam aos interesses associativos dos patrões, dos fundos de pensão e das burocracias partidárias.
Em Minas Gerais, a luta dos trabalhadores enfrenta uma burguesia unida contra os interesses populares. O centro articulador desta unidade é governo Aécio Neves, que impõe o chamado choque de gestão que retira investimentos públicos das áreas sociais e os transfere para a iniciativa privada, precariza as condições de trabalho de todo o funcionalismo público estadual e criminaliza os movimentos reivindicatórios na cidade e no campo.
É cada vez mais evidente que os ataques frontais às classes trabalhadoras vêm acentuando as contradições políticas e ideológicas já em curso. A perda de direitos elementares como ao trabalho e à vida em condições dignas, exige respostas à altura de todos aqueles comprometidos com as grandes maiorias nacionais e com a emancipação humana.
Num tempo em que a unidade “dos de baixo” é condição incontornável para resistir aos poderosos e garantir conquistas, temos assistido a diversas rupturas e à fragmentação sindical. Esse quadro precisa ser revertido com urgência e determinação.
A busca de respostas e saídas para vencer as dificuldades da luta sindical passa pela necessária reorganização e pelo reencontro unitário do conjunto dos trabalhadores em defesa de seus interesses imediatos e históricos.
Nós da INTERSINDICAL nos inserimos nesta realidade buscando romper com o imobilismo, a burocratização, a conciliação e a falta de inserção política das classes trabalhadoras no cenário brasileiro.
Reafirmamos o imperativo de se constituir um movimento sindical unitário combativo, independente, democrático e de massas. E, ao mesmo tempo, solidário as lutas populares e que mantenha a unidade de ação com todos que lutam contra o capital e o imperialismo.
A INTERSINDICAL pretende se organizar em Minas Gerais levando esses princípios para todos os locais de trabalho do Estado, seja no campo seja nas cidades. Ao mesmo tempo, apresentamos uma plataforma de mobilização e convidamos todos os sindicatos e sindicalistas, independentemente de seus posicionamentos, a discutirem ações comuns que qualifiquem a militância de todos nós.
· Nenhum direito a menos. Manutenção e ampliação dos direitos e benefícios vinculados ao processo de trabalho. Avançar nas conquistas.
· Redução da Jornada do Trabalho sem redução de salários.
· Ratificação imediata da Convenção 158 da OIT. Pela estabilidade no emprego e fim da demissão imotivada.
· Combate ao desemprego. Implantação de atividades e serviços que gerem postos de trabalhos permanentes e aberturas de frentes de trabalho.
· Ampliação do seguro desemprego e isenção de impostos aos desempregados.
· Fim do Fator Previdenciário. Garantia de direitos e reajustes para os aposentados e pensionistas.
· Pelo irrestrito direito de greve.
· Ratificação imediata da Convenção 151 e da Resolução 159 da OIT que garantem direitos aos servidores públicos.
· Por serviços públicos universais e de qualidade.
· Contra a flexibilização da jornada, as terceirizações, o banco de horas e a suspensão dos contratos de trabalho.
· Extensão dos direitos trabalhistas aos trabalhadores rurais assalariados.
· Pelo fim do Latifúndio – Reforma Agrária já! Mudança do índice de produtividade para efeito de enquadramento do estabelecimento rural. Estabelecimento do limite de propriedade rural.
· Contra a criminalização da pobreza e dos movimentos populares.
· Pela autodeterminação e integração dos povos latinoamericanos.
Belo Horizonte, 15 de novembro de 2009.
40 anos do assassinato de Carlos Marighela.
Comissão de Organização do Seminário Estadual da INTERSINDICAL – MG
http://intersindical.org.br/
http://ucdiariodaclasse.blogspot.com/
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
A PBH quer acabar com o ensino regular noturno no município
Retirado de http://educacaoinfantilpbh.blogspot.com/
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
VOTE CHAPA 2 - MUDA SIND-UTE/MG - OPOSIÇÃO UNIFICADA

domingo, 8 de novembro de 2009
Resultado da eleição do SindREDE/BH

Dos votos válidos:
Chapa 1 = 22,79%
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
SEMINÁRIO ESTADUAL DA INTERSINDICAL/MG: A REORGANIZAÇÃO DO MOVIMENTO SINDICAL NO BRASIL

A Intersindical é uma organização que surge em 2006, com o objetivo de retomar as ações conjuntas da classe trabalhadora, com independência dos patrões e governos e autônoma em relação aos partidos políticos.
Desde então estamos na constante tarefa de retomar o trabalho de base, a combatividade do movimento sindical, e a constante mobilização dos trabalhadores e das trabalhadoras.
Aqui em Minas Gerais estamos num esforço de apresentar nossa proposta para o conjunto da classe, e discutir os desafios desse momento conjuntural.
Neste sentido, realizaremos no próximo dia 15/11 um Seminário Estadual com o tema "A Reorganização do Movimento Sindical no Brasil". Contará com a assessoria dos companheiros Ricardo Gebrim, Igor Grabois e Sávio Bones.
Acreditamos que sua contribuição enriquecerá em muito o debate, por isso convidamos sua organização a estar presente, bem como a dar uma saudação inicial na abertura do Seminário.
Saudações socialistas!
Intersindical-MG
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Três bons motivos para votar na CHAPA 3 - Travessia

A mercantilização toma conta das subjetividades: nos enquadram como sujeitos-mercadoria. O produto é a educação, a meta, a estatística, o resultado. Fomos julgados e subjugados, e nossa sentença é ceder. Assim dizem eles, e pasme, assim também dizem alguns de nós, incoerentes com o sujeito-histórico que se faz nos mais variados e contraditórios processos.
Nós da CHAPA 3-TRAVESSIA pensamos o contrário. Nosso lema é resistir, é ter sonhos, acreditar neles e trabalhar todos os dias para que sejam concretizados. Pois é a luta que transforma a nossa existência e garante conquistas. É a resistência que impede o retrocesso.
A CHAPA 3-TRAVESSIA ocupa cargos na atual diretoria do sindicato. Neste espaço nossas companheiras e companheiro têm realizado um trabalho de articulação da categoria na luta por nossos direitos. Suas propostas repercutirem na organização da nossa categoria.
Nós da CHAPA 3-TRAVESSIA tivemos a iniciativa de irmos à Brasília para conversarmos pessoalmente com os responsáveis no Ministério do Trabalho pelo registro sindical. Na ocasião entramos em contato com parlamentares atuais e antigos, entre os quais destacamos o ex-deputado federal Sérgio Miranda e o atual senador José Neri, que fizeram gestões junto ao Ministério do Trabalho para a aceleração do processo de tramitação da nossa Carta Sindical. Conseguimos ainda o apoio de dirigentes de diferentes centrais sindicais nesse processo, incluindo a Intersindical, a Conlutas, e a CUT.
DIVERSIDADE
A CHAPA 3-TRAVESSIA é composta por companheiras e companheiros militantes independentes, de partidos políticos (Consulta Popular, PCB, PSOL), da CONLUTAS, INTERSINDICAL e da Assembléia Popular.
O que une essa diversidade de militantes é a defesa da escola pública de qualidade comprometida com a classe trabalhadora, a defesa da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte. Necessariamente, não precisamos ocupar cargos de representação para discutir e fazer política. Somos pessoas de luta, independente de onde estivermos.
Somos militantes de diferentes gerações de luta nos movimentos sociais e na Rede. Somos, socialistas, feministas, libertários, somos anti-capitalistas.
LUTA
A CHAPA 3-TRAVESSIA esteve, está e estará na luta em defesa de nossos direitos, na linha de frente das lutas gerais da categoria. Exemplos desse compromisso são a organização da categoria na resistência ao projeto de lei que visava alterar nosso período de férias. Nossas companheiras e companheiro, diretoras/e do Sind-REDE/BH acompanharam todo o processo de tramitação do projeto angariando apoio às reivindicações da categoria. Outro exemplo tem sido o empenho na defesa da educação infantil, na organização de ações de resistência que garantiram conquistas importantes, entre as quais estão a redução da diferença salarial entre os cargos de educador infantil e professor municipal, o direito de participação nas eleições para o cargo de vice-direção de UMEI.
Acreditamos que somente a democracia participativa e coletiva pode transformar a realidade.
Por isso, fazemos este chamamento a você que persiste e resiste, consciente do seu papel histórico, mantenedor do sindicato e da luta, às vezes silenciosa, mas concreta e coerente.Por isso, pedimos o seu voto e o seu apoio para a CHAPA 3-TRAVESSIA a fim de que tenhamos uma maioria na direção do Sind-REDE/BH com disposição de luta e com coragem. Uma diretoria que, ao lado da categoria, lute com coragem e determinação por nossos direitos.
Vote CHAPA 3 - TRAVESSIA
domingo, 25 de outubro de 2009
Esclarecimentos: Chapa 3 - A travessia somos nós!

Iniciamos junto ao coletivo de auxiliares de biblioteca a luta pelos direitos dos/as companheiros/as desse segmento da nossa categoria, para garantir uma carreira forte e unificada.
domingo, 18 de outubro de 2009
Eleições para o SindREDE/BH - Chapa 3: A Travessia somos nós

No último período, apesar das tentativas da PBH de ampliar o calendário escolar, mantivemos os 200 dias letivos e o limite máximo de 04 escolares; derrotamos na Câmara Municipal a proposta do governo de regulamentar nossas férias em janeiro.
Defendemos veementemente, durante o ano de 2009, a deflagração da greve como a melhor estratégia para enfrentar os desmandos do atual prefeito e garantir a manutenção dos nossos direitos e o reajuste salarial.
Nós participamos da CHAPA 3 – TRAVESSIA porque acreditamos no trabalho coletivo e desejamos continuar o debate pedagógico da REDE, divulgar e manter a memória coletiva das lutas e conquistas da nossa categoria.
As/os militantes que compõem a CHAPA 3 - TRAVESSIA vêm, no decorrer dos anos, participando do protagonismo pedagógico da Rede e têm investido em cursos de formação, e na publicação de cadernos de formação e revistas de divulgação do trabalho realizado nas escolas, a partir dos cargos que seus/suas representantes ocupam atualmente na direção do Sind-REDE/BH.
A CHAPA 3 – TRAVESSIA possui lideranças nos diversos segmentos da categoria, incluindo os/ as professores/as de disciplinas especializadas que batalham pela permanência em suas escolas de lotação e aqueles/as que têm lutado pela continuidade do Ensino Médio na Rede Municipal.As eleições acontecerão nos dias 03, 04, 05 e 06 de novembro com urnas itinerantes nas escolas. Para votar na CHAPA 3 – TRAVESSIA filie-se até dia 19 de outubro.
Conheça um pouco mais da CHAPA 3 – TRAVESSIA no nosso site http://www.redetravessia.com.br/. http://www.redetravessia.com.br/
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Informe da reunião com a SMED/BH, por Thaís Tavares do Coletivo Travessia (Chapa 3)
Na última quinta-feira, depois de três dias de disputa política na Conferêcia de Educação, tivemos uma reunião de informação... ops.... de negocação com a SMED e o Recursos Humanos. A reunião foi uma demonstração de total desrespeito à capacidade de organização da categoria e ao sindicato que a representa.
Ao adentrar a sala de reunião tivemos que escutar a primeira provocação. Como estávamos eu e a Cris na reunião e comentávamos algo da UMEI São Gabriel, o Secretário Adjunto de Educação, Afonso Renan, questionou se chamávamos as crianças de alunos. Respondi q sim e ele imediatamente completou que as "meninas" (quem trabalha com ed infantil sempre é "menina") da SMED não chamam. A Cris respondeu: "Cuidado com o preconceito" e a Dagmar afirmou q é difícil chamar uma criança de aluno se não há trabalho pedagógico. Respondi rapidamente que trabalhamos com conceitos e conteúdos com as crianças pequenas, portanto elas são alunos/as, e passamos para a pauta da reunião, caso contrário os demais itens não seriam tratados.
O primeiro ponto de pauta foi a proposta do governo para a educação municipal. Iniciaram reafirmando a mesma posição anterior sobre o ACPATE: o governo não criou estratégias para garantir a substituição de professores/as e os 20% da carga horária para o estudo, planejamento e avaliação. Disseram que para diminuir as substituições, iriam "racionalizar o atendimento na perícia médica", mas não sabem ainda o q é isto. Irão continuar exigindo que os/as professores/as substituam. Afirmam q o papel do coordenador é essencial fora da sala de aula (o que concordamos), e que eles não devem substituir professores. Os/as acompanhantes também não podem substituir, pois a função deles/as é outra.
Seguindo esta lógica da prefeitura dentro do contexto existente hj na escola, recriamos na rede a educação feita por um grupo q pensa, planeja e avalia (acompanhantes, coordenadores e avaliação externa) e outros que executam (os professores que não tem tempo para planejar, avaliar e estudar). Sobre o aumento do número de professores por turma (de 1,5 para 1,8) o governo afirmou que este quantitativo é impssível de ser implementado, pois onera a folha de pagamento. Sabemos q a situação financeira da PBH é diferente da apresentada, comprovado pela pesquisa o ILAESE.
Ainda na discussão sobre ACPATE, levamos para a mesa de negociação o dado de 2008 de uma escola da rede. Ao calcularmos a quantidade de 10% de substituições durante o ano, os/as representantes do governo afirmaram que este dado é baixo e que 10% não preocupa a SMED.
Sobre a Reunião Pedagógica, o governo retrocedeu ao acordado na última reunião: retomam a discussão da ampliação da jornada por meio de um abono das reuniões fora do horário de trabalho. O governo afirmou com todas as letras que não há possibilidade de negociação neste ponto e que eles irão encaminhar o projeto para a Câmara, independente da posição oficial da categoria. Afirmaram, ainda, que os/as diretores/as aprovam esta idéia e isto já foi negociado com eles/as.
Outro projeto que será encaminhado para a câmara, independente da avaliação da categoria, é o abono de fixação. Ao discutirmos os problemas gerados por este abono, o Secretário de Recursos Humanos, Márcio Serrano, afirmou que deu certo na área da saúde e portanto será bom para a educação.
Neste momento o governo apresentou sua proposta de remuneração para os próximos anos: remuneração diferenciada de acordo com o projeto político pedagógico das escolas. Com esta política, não haverá mais índice salarial igual para todos, e o vencimento (não explicaram se no reajuste ou por abonos) será vinculado ao desempenho da escola. Segundo eles, isto estava explícito nas propostas de governo do Márcio Lacerda e será aplicado nos próximos anos, sem possibilidade de negociação.
Sobre os/as acompanhantes de escola, disseram que no geral eles escutam elogios, e que os problemas apresentados pelas escolas são pontuais. Caso estejam ocorrendo nas escolas, devemos encaminhar o nome deles/as para a SMED.
Tratamos ainda, das portarias do calendário escolar. Sobre este ponto eles novamente demonstram o desrespeito pelo sindicato, enquanto representante da categoria, afirmando coisas como: "não temos que conversar com o sindicato para resolver questões da cidade". Disseram que o calendário foi negociado direto com as escolas, e que a situação dos próximos cortes tem que ser discutido com o Recursos Humanos, na presença de representantes da SMED. Ao final do tema desafiaram a categoria a "tomar posição e criar o fato" de não reposição de alguns dias de greve.
Para terminar, disseram que não irão acatar o parecer da CEB/ CNE sobre a permanência dos/as professores/as de disciplinas específicas no último ano do segundo ciclo, antiga quinta série. Se negaram a dar esta orientação por escrito.
No ano de 2009, a categoria decidiu em assembleia realizar várias manifestações para reivindicar seus direitos. Definiu, ainda, que não estava preparada para assumir uma greve por tempo determinado ou indeterminado. Precisamos com urgência retomar nosso movimento, não deixando que a greve seja banalizada. Esta é uma das nossas estratégias mais fortes para garantir nossos direitos e interromper com a política neoliberal do governo Márcio Lacerda.
Durante todo o ano de 2009 defendemos e acreditamos na capacidade organizativa da rede. Neste momento chamamos todos/as a refletir sobre a política que teremos que enfrentar nos próximos 3 anos, pois se não recuperarmos esta capacidade, os ataques virão com mais força ainda.
Thaís Tavares
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
A INTERSINDICAL e as eleições do SindREDE/BH
No processo de organização e luta para enfrentar os ataques da gestão Lacerda e seus apoiadores (as famílias donas das concessões do transporte público, os tubarões do ensino privado, empreiteiras, etc) vamos acumulamos forças para saltar da resistência e avançar contra esse sistema que sobrevive a partir da exploração da classe trabalhadora.
Crescemos muito nestes dois anos de construção da INTERSINDICAL/MG e agora teremos mais um desafio: as eleições do SindREDE/BH (Sindicato da rede pública municipal de educação/BH) entre os dias 03 e 06 de Novembro de 2009. Para tanto, estamos participando da construção da Chapa Travessia, que é um coletivo formado por trabalhadores e trabalhadoras em educação da Rede Municipal de Belo Horizonte que discute a ação sindical da categoria diante da configuração política atual, por acreditar que a organização da Rede é a única maneira de garantir melhores condições de trabalho. O Coletivo Travessia busca também contribuir com a reflexão pedagógica por considerar a nossa profissão como construtora da realidade histórica em que vivemos.
Esse processo eleitoral terá o esforço decidido da INTERSINDICAL para que seja um espaço para construção do reascenso da luta dos trabalhadores e trabalhadoras em educação de BH, para sairmos da defensiva e colocarmos na ordem do dia uma alternativa popular. É na unidade de ação que forjaremos as ferramentas para a futura unidade orgânica dos trabalhadores.
INTERSINDICAL/MG, um instrumento classista de luta e organização da classe trabalhadora e do movimento sindical mineiro.
Corrente Sindical Unidade Classista
Consulta Popular
http://www.redetravessia.com.br/
http://www.intersindicalminas.blogspot.com/
domingo, 4 de outubro de 2009
Eleições do SindREDE/BH - Auxiliares presentes por uma educação de qualidade!! Vote Chapa 3 - A Travessia somos nós

Construímos, apoiamos e votamos no Travessia, chapa 3, porque é a corrente que garantiu na atual direção do sindicato o diálogo com Auxiliares de Escola, Secretaria e Biblioteca. Com isto conquistamos importantes espaços de organização, construímos um manifesto e abrimos negociações específicas do segmento com a SMED.
Nós conhecemos e acreditamos no trabalho do Travessia, chapa que possui acúmulo na discussão pedagógica da rede, memória coletiva das lutas e conquistas da categoria e vem, no decorrer dos anos, apostando no protagonismo pedagógico da rede. Esta corrente garantiu cursos de formação, cartilhas e revistas que refletem o trabalho nas e das escolas.
É uma chapa que garante a presença também de representantes de todos os segmentos da categoria e de todas as regionais. Nela estão presentes pessoas antigas, que lutam há muitos anos pela política educacional e valorização dos/as trabalhadores, e também pessoas novas na rede, que já entraram enfrentando com coragem as determinações autoritárias do governo.
A chapa tem colegas que atuam há mais de 20 anos na Educação do município além de contar com Professores do Ensino Fundamental (1º, 2º e 3º ciclos) e do Ensino Médio; Professoras da Educação Infantil; Colegas em Readaptação Funcional e todas as gerações dessa categoria, além, é claro, dos Auxiliares de Biblioteca, Secretaria e de Escola.
Conheça um pouco mais do travessia no nosso site http://www.redetravessia.com.br/ e filie-se para votar na chapa que melhor nos representa!
Atenciosamente,
As/os representantes do nosso segmento na chapa do Travessia:
Daniel Oliveira – Auxiliar de Biblioteca (EM José de Calazans)
Abraão Almeida da Silva – Auxiliar de Escola (EM Prof. João Camilo de Oliveira Torres)
Roberto - Auxiliar de Biblioteca (EM Gracy Viana Lage)
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Denúncia das professoras de Bom Despacho/MG
http://revistacidadedosol.blogspot.com/
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
I SEMINÁRIO DO INSTITUTO CAIO PRADO JR. - MG

Local: Auditório Bicalho, FAFICH-UFMG (Campus Pampulha, Belo Horizonte)
Programação
Dia 29 de setembro, 2009:
18h: Abertura e apresentação do Instituto Caio Prado Jr. - Prof. Pablo Oliveira Lima (UFMG)
20h: Palestra "Independência do Brasil: releituras" - Prof. Marcus Caetano Domingos (Cefet-USP)
Dia 30 de setembro, 2009:
18h: Palestra "A academia no mundo do trabalho" - Prof. Antônio Carlos Mazzeo (Unesp)
20h: Lançamento de publicações:
O vôo de Minerva, de Antônio Carlos Mazzeo (Editora Boitempo, 2008)
Ferrovia, Sociedade e Cultura: 1850-1930, de Pablo Oliveira Lima (Editora Argvmentvm, 2009)
Novos temas, revista do Instituto Caio Prado Jr.
Aberto ao público.
contatos: http://institutocaiopradojrmg.blogspot.com/
plolima@yahoo.com
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
[RMEBH] Reunião do Coletivo Travessia
Coletivo TRAVESSIA
dia 25 de setembro às 18h30
no SindREDE/BH
Participe e venha construir conosco a luta pela educação popular!!!
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
REPOSIÇÃO DE AULAS: NÃO VAMOS REPOR NENHUM DIA NA SEMANA DE OUTUBRO
Portanto, em relação à gripe suína não estamos encontrando maneiras jurídicas de escapar da reposição do período da gripe suína e não temos neste momento um movimento para
bancarmos a não reposição.
Em relação aos dias de greve, nossa categoria definiu nas últimas assembléias pela não reposição. Essa posição exige negociarmos com a PBH a anistia dos dias parados, reconhecendo-os, como é previsto no Estatuto do Servidor, que são dias de falta justificada.
Entretanto, diante da possibilidade da não anistia, precisamos definir uma posição coletiva comum no sentido de impedir que a PBH utilize o nosso movimento para uma nova punição (a
primeira foi o corte imediato dos mesmos em nossos salários) o que implicaria em um atraso na avaliação de desempenho, pois temos 08 dias de greve em discussão.
Neste sentido, propomos os seguintes princípios:
1. Não entrar na semana de outubro para nenhuma reposição (gripe suína e/ou dias de greve)
2. Repor, no limite, 04 dias de paralisação para evitar qualquer prejuízo funcional.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
PBH REALIZA PRÉ-CONFERÊNCIAS REGIONAIS DE EDUCAÇÃO
Comed-BH
A Comed-BH será realizada nos dias 5 e 6 de outubro, no Sesc Venda Nova (rua Maria Borboleta, s/nº, bairro Letícia). Durante o encontro, serão eleitos 174 delegados que representarão a capital no Conferência Estadual de Educação (Coeed-BH). A Comed-BH tem grande importância, pois é a primeira vez em que sociedade civil, agentes públicos, entidades de classe, estudantes, profissionais da educação e pais se reunirão em torno da discussão pela melhoria da qualidade da educação brasileira, para fins de proposição de políticas públicas em âmbito nacional. É uma grande oportunidade para que as pessoas possam contribuir para a definição de critérios, proposição de alterações supressivas ou aditivas aos eixos temáticos constantes de um documento, cujo objetivo é qualificar e otimizar a educação.
.As questões abordadas na Comed-BH serão levadas para a Coeed-MG, prevista para novembro deste ano e, posteriormente, serão debatidas na Conae, que será realizada em abril de 2010, em Brasília, com o objetivo de propor diretrizes e metas para a elaboração do novo Plano Nacional de Educação.
V Conferência Municipal
No dia 7 de outubro acontecerá a V Conferência Municipal de Educação, que discutirá questões mais específicas do Sistema Municipal de Ensino, pautadas nos temas dos dois dias anteriores, articulando as questões pertinentes ao Plano Municipal de Educação, além de eleger os novos membros do Conselho Municipal de Educação para o biênio 2010/2011.
.Nessas conferências, os temas debatidos serão embasados em seis eixos temáticos oriundos do tema central da Conae: “Construindo o Sistema Nacional articulado de Educação: Plano Nacional de Educação, suas diretrizes e estratégias de ação”.
Locais onde serão realizadas as Pré-Conferências
Barreiro - Escola Municipal Luiz Gatti (rua O Garimpeiro, 45, Conjunto Ademar Maldonado)
Centro-Sul - Escola Municipal Marconi (avenida do Contorno, 8.476, bairro Santo Agostinho)
Leste - Escola Municipal Santos Dumont (avenida Mem de Sá, 600, bairro Santa Efigênia)
Nordeste - Escola Municipal Professora Eleonora Pieruccetti (avenida Bernardo Vasconcelos, 288, bairro Cachoeirinha)
Noroeste - Escola Municipal Belo Horizonte (avenida José Bonifácio, 189, bairro São Cristóvão)
Norte - Escola Municipal Hélio Pellegrino (rua Guilherme Soares, 255, bairro Guarani)
Oeste - Sebrae (avenida Barão Homem de Melo, 329, bairro Nova Suíssa)
Pampulha - Regional Pampulha (avenida Antônio Carlos, 7596, bairro São Luiz)
Venda Nova - Escola Municipal Geraldo Teixeira da Costa (rua Márcio Lima Paixão, 8, bairro Rio Branco)
Fonte: http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=1006466
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
[Coletivo Travessia] Venha discutir conosco os rumos da educação pública em BH - Veja o convite, divulgue, participe!
Coletivo Travessia - Quem somos
O Coletivo Travessia é formado por trabalhadores e trabalhadoras em educação da Rede Municipal de Belo Horizonte que discute a ação sindical da categoria diante da configuração política atual, por acreditar que a organização da Rede é a única maneira de garantir aos melhores condições de trabalho.O Coletivo Travessia busca também contribuir com a reflexão pedagógica por considerar a nossa profissão como construtora da realidade histórica em que vivemos.
O Coletivo Travessia congrega militantes das escolas municipais de Belo Horizonte, vinculados ou não a partidos políticos e/ou centrais sindicais. Atualmente, ele é composto por militantes sem partido político, militantes do PSOL e PCB, da Intersindical e da Conlutas, representantes de escolas e dirigentes do Sind-REDE/BH.Para divulgar nossas posições políticas e pedagógicas para a categoria dos/as trabalhadores/as em educação criamos um site. Queremos, com ele, dar maior visibilidade ao nosso grupo dentro do Sind-Rede/BH, assim como ampliar nossas discussões aos nossos companheiros/as de trabalho.
Visite nosso site! Conheça as nossas idéias! Participe de nossas reuniões!http://br.geocities.com/coletivo.travessia/
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Eleição para a Diretoria do Sind-Rede/BH 2010-2012

Eleição da Comissão Eleitoral;
Período de inscrição das Chapas será do dia 30/09 até o dia 02/10, de 9 às 20h;
Sorteio do número para as chapas inscritas será no dia 02/10, às 20h;
Entrega do material de campanha será até o dia 05/10;
Período para votação: nos dias 03, 04, 05 e 06 de novembro, de 8 às 21h.
Obs.: Artigo 59, do Estatuto do Sind-Rede/BH:
" São condições para o filiado votar:
a) ser filiado efetivo do Sindicato no mínimo 15 (quinze) dias antes da data inicial prevista para o período das eleições;
b) não estar infringindo o Estatuto do Sind-Rede/BH - Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte."
domingo, 6 de setembro de 2009
Memória recente III - Educação em BH: Auxiliares de Biblioteca Escolar da PBH lançam manifesto durante VIII Encontro na SMED/BH em 2008


quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Calendário de atividades da RMEBH

- Reunião do Coletivo de Inclusão
Dia 02/09 – quarta-feira – às 14h – no Sind-Rede/BH
- Manifestação das Escolas de Ensino Médio
Dia 02/09 – quarta-feira – às 14h – na SMED
- Assembleia de Filiados para a Eleição da Comissão Eleitoral do Sind-Rede/BH
Dia 02/09 – quarta-feira – às 19h – no Sind-Rede/BH
- Assembleia Regionalizada dos Auxiliares Contratados pela Caixa Escolar
Regional Barreiro
Dia 03/09 – quinta-feira – às 19h – na Escola Municipal Isaura Santos
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Memória recente II - Educação em Minas: Greve 2008 por salário, dignidade e transformação social
A segunda postagem da série é sobre a greve da rede pública estadual de educação de Minas Gerais.
Passeata sucedeu a assembléia do dia 16/09 e culminou com a ocupação do centro de BH. A Unidade Classista esteve presente, inclusive no comando de greve através do camarada Fábio Bezerra.
Na barra lateral, já estão disponíveis vários vídeos: duas canções; de Victor Jara e de Pedro Munhoz, além de um vídeo emocionante de um discurso de uma criança hondurenha durante um festival musical contra o golpe militar, entre outros.
Continuem acompanhando, logo teremos outros vídeos e mais memória recente. Força sempre!
Corrente sindical Unidade Classista/Intersindical - Base de trabalhadores e trabalhadoras em educação/MG
domingo, 30 de agosto de 2009
Memória recente - Ocupação da avenida Afonso Pena: Jornada de lutas RMEBH 2008



Estamos reestruturando a barra lateral do Diário da Classe, e passaremos a postar vídeos. As fotos que marcaram as lutas dos trabalhadores mineiros 2008 serão relembradas no espaço memória recente.sexta-feira, 28 de agosto de 2009
PROPOSTA DA PBH PARA PAGAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO

pagar todos os cursos concluídos e protocolados antes da nova legislação. A exceção são os cursos com investigação do Ministério Público, entre os quais estão FIJ e FERLAGOS, bem como, os cursos presenciais de instituições de outras cidades, que estão sendo analisados através de procedimentos administrativos, nos quais o/a servidor/a recebeu solicitação de comprovação de participação nas aulas.
Na reunião do dia 19 de agosto, o governo afirmou que serão liberados, atendendo a legislação antiga (cursos que atendem 3 dos 5 critérios) nos seguintes casos:
1) Os cursos dos/as servidores/as que estavam com BM “congelado” por motivos administrativos e não puderam ser protocolados, ou tiveram seus processos indeferidos.
2) Os cursos das pessoas que não puderam protocolar ou tiveram o processo indeferido por causa de atraso na avaliação de desempenho ou publicação da mesma.
Nos casos indeferidos, haverá a necessidade de abrir recurso administrativo. Nos casos em que não há resposta da PBH, é necessário solicitar resposta do pedido de progressão.
Nestes dois casos há necessidade de aguardar a publicação da regra de transição.
Em relação aos cursos iniciados antes da nova lei, o governo informou que
enviará à Câmara a sua proposta de regulamentação da regra de transição, através de um projeto de lei que prevê algumas situações distintas:
a) Os cursos que foram iniciados até 06/12/2007 e não estavam concluídos antes da mudança da lei, deverão atender 3 dos 5 critérios da lei antiga, sendo necessariamente um deles, a existência de credenciamento da instituição pela CAPES.
b) Os cursos que foram feitos através de convênios entre as instituições educacionais e a SMED.
Segundo o governo, o envio da proposta de transição depende da aceitação pela
categoria. Neste sentido, as reuniões de representantes realizadas no dia 20 de agosto encaminharam a discussão para as escolas/UMEIs e a definição da posição da categoria para a Assembleia Geral, com PARALISAÇÃO TOTAL, a ser realizada no dia 16 de setembro, às 8h.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
[Coletivo Travessia] OS NOSSOS DIREITOS E A LUTA DA REDE

O nosso Sindicato é nossa mais poderosa ferramenta em defesa dos nossos direitos, sem ele as nossas lutas certamente seriam mais fragmentadas e dispersas. Por outro lado se construirmos um sindicato revolucionário em suas iniciativas, certamente a educação e nossos direitos serão respeitados.
Nós do COLETIVO TRAVESSIA estamos convidando companheiras/os para realizar um reflexão neste sentido, bem como organizarmos coletivamente lutas e a construção da nossa entidade.
LOCAL – SINDREDE BH – Av. Amazonas, 491 – 10 andar
19 HORAS – DIA 26 DE AGOSTO 2009 – QUARTA-FEIRA
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Divergência e luta - a construção da greve na RMEBH
terça-feira, 18 de agosto de 2009
CURSO ARTE-EDUCAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL - (10) CONSTRUINDO CAMINHOS

O curso acontecerá nos dias 20 de agosto; 03 e 17 de setembro; 01 e 22 de outubro; 05 de novembro; de 18h30 às 21h. As inscrições podem ser feitas até dia 14 de agosto no sindicato por telefone (3226.3142) ou fax (3212.9044), ou pelo e-mail educacaoinfantilpbh@gmail.com.
Intervenção em árvore na Praça da Estação
Agosto 2009
Cristina Borges e Thaís Tavares
sábado, 15 de agosto de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
[RMEBH] UMA AVALIAÇÃO DA NOSSA CAMPANHA SALARIAL NO PRIMEIRO SEMESTRE

Entramos o ano de 2009 com várias demandas, entre elas destacamos:
a) a situação de diversos professores e professas sem escolas devido à política da SMED de descartar profissionais com formação específica em confronto aberto aos direitos trabalhistas e educacionais;
b) a manutenção da postura autoritária da SMED em desconsiderar a situação concreta das escolas e construir medidas negociadas de superação dos problemas cotidianos que enfrentamos para implementar uma mudança na dita escola plural;
c) a ação dos interventores e interventoras, chamados de acompanhantes, que na maioria das vezes não chegam nem perto dos/as estudantes das escolas;
d) a política de perseguição aos/às Auxiliares contratados pela Caixa Escolar por causa da sua capacidade de luta e organização;
e) o corte do vale-alimentação das educadoras infantis;
f) a monótona repetição do governo em fazer tudo isso por causa da crise econômica.
Para responder a esses ataques, a categoria lotou as assembleias e manifestações. Construiu um calendário de lutas com atividades conjuntas com o funcionalismo municipal, para demonstrar a insatisfação e exigir negociações efetivas que garantam conquistas para a categoria.
Diante da ausência de respostas por parte do governo, na última assembléia foi definido que chegou o momento de radicalizar o movimento. Foi marcado o início da greve para o dia 14 de agosto. E nesse dia, junto com o funcionalismo público municipal, outros sindicatos da educação e com o movimento social, faremos uma nova manifestação na PBH.
CALENDÁRIO DE ATIVIDADES
14 de agosto – Assembléia da Categoria 13h30 – Praça da Estação e manifestação conjunta com sindicatos e movimento social
22 de agosto – Reunião de Auxiliares de Escola da Caixa Escolar
Agosto a Novembro – Curso Arte-Educação na Educação Infantil: (10) construindo caminhos
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
[RMEBH] LEI DE INICIATIVA POPULAR PELA ISONOMIA SALARIAL: GARANTIR A COLETA DE ASSINATURAS NO SEGUNDO SEMESTRE
Esta tarefa exige o compromisso de cada companheiro e companheira. Por isso, pegue uma folha de coleta de assinaturas e garanta a sua contribuição pela melhoria do nosso plano de carreira.
domingo, 9 de agosto de 2009
PORQUE VAMOS COMEÇAR A GREVE NO DIA 14 AGOSTO!!!!
A reunião do dia 10 de julho não foi diferente. Não apresentaram nenhum resposta às nossas questões. Ouvimos a mesma cantilena “estamos encaminhando” ou “estamos estudando”. Até mesmo as promessas de campanha não são cumpridas, como é o caso da isonomia salarial da educação infantil.
Outra desculpa utilizada pelo governo é que a crise reduziu a arrecadação da PBH, o que exige um estudo mais demorado dos impactos financeiros de toda e qualquer proposta. O estudo que solicitamos ao Instituto Latinoamericano de Estudos Sociais e Econômicos (ILAESE) comprovou que a PBH não teve queda na arrecadação, inclusive houve superávit no primeiro trimestre de 2009.
Entretanto, ações arbitrárias não precisam de estudos econômicos, e o encaminhamento por parte da PBH é instantâneo, como é o caso do corte de hora-extra dos Auxiliares do Caixa Escolar, as horas-extras dos Auxiliares de Serviço que há mais de vinte anos trabalham como porteiros, entre outras.
Por seu turno, os trabalhadores e trabalhadoras em educação uniram-se ao conjunto do funcionalismo e também a diversos movimentos sociais, sobretudo, o de luta por moradia, Ocupação Camilo Torres e Ocupação Dandara, para juntos darem um basta a esta política que obriga a classe trabalhadora a pagar pelo crise, enquanto os patrões recebem milhões dos governos para manterem os seus lucros.
É neste sentido que a categoria definiu pelo início da greve no dia 14 de agosto, pois não podemos mais deixar que a PBH implemente uma política educacional que desconsidera quem trabalha dentro das escolas.
sábado, 8 de agosto de 2009
Escola em Minas não tem verba para comprar álcool e vai receber 1600 alunos

“Não temos como limpar as carteiras com álcool depois de cada aula, como determinou a SES. Como não recebemos verbas da Secretaria Municipal de Educação (Smed), não terei condições sequer de providenciar a limpeza das mãos dos alunos e funcionários”, disse o diretor. A verba, que foi anunciada ontem pela SES, entre R$ 500 e R$ 2 mil, e seria distribuída na capital pela Smed, ainda não chegou à escola. “Não recebi nada ainda. Nem panfletos. Disseram que era para a gente mesmo comprar o álcool, que viria verba para isso. Não estamos conseguindo comprar o álcool com nossos recursos. O produto sumiu das prateleiras. Era hora de o prefeito Marcio Lacerda (PSB) decretar situação de emergência e comprar isso para a gente, sem licitação”, disse.
A Smed alega que todas as escolas recebem verba da Caixa Escolar, que serve para pequenas compras e manutenções, e que a Escola Mestre Ataíde recebeu, em junho, R$ 38 mil. No entanto, não informou se a verba prometida pelo Estado foi entregue e repassada às escolas da rede municipal. Já SES reiterou que os recursos serão entregues, gradativamente, até a próxima quinta-feira.O diretor Antônio Carlos diz ainda que alguns funcionários e professores já foram dispensados de comparecer à escola na próxima semana, porque estariam gripados. “Esperamos que as famílias não enviem estudantes com sintomas da doença”, disse.
Nenhuma das escolas procuradas pelo HOJE EM DIA havia recebido, até ontem, verba ou kit de prevenção. No Colégio Estadual Central, onde estudam 3.500 alunos e há 186 funcionários, aplicadores de sabão líquido e de álcool gel estavam sendo instalados às pressas nos corredores, banheiros e espaços de circulação dos estudantes. No Colégio Marista Dom Silvério, única escola que já registrou surto da doença, a disposição de janelas em duas salas foi alterada para favorecer a ventilação. A direção pedirá às famílias que providenciem garrafinhas de água para que os jovens não precisem usar bebedouros. Nas orações não serão dadas as mãos nem haverá abraços.
Fonte:
http://www.hojeemdia.com.br/v2/index.php?sessao=10&ver=1¬icia=9897
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Sindicalista histórico e ex-preso político, militante da Intersindical/MG, José Francisco Neres (Pinheiro), debate a anistia e a luta sindical

O Diretório Acadêmico Prof. Aluísio Pimenta (FaE/UEMG) em parceria com o Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania e com o corpo docente da FaE/UEMG convida todos para o evento a ser realizado nos dias 12 e 13 de agosto: "30 ANOS DE LUTA PELA ANISTIA POLÍTICA NO BRASIL". O camarada José Francisco Neres fará uma palestra sobre “O Movimento Sindical e a Anístia”.
Confira a programação no Blog do DA: http://www.inovacaonodauemg.blogspot.com/
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Ivan Pinheiro no SindREDE/BH dia 12 de agosto

Ver mais em: http://expressovermelho.blogspot.com/
Em 1964, ano do golpe militar, ingressou na ainda Universidade do Estado da Guanabara UEG (atual Uerj) para cursar Direito. Nessa época aproximou-se do Movimento Revolucionário Oito de Outubro MR-8. Durante o curso foi diretor do Centro Acadêmico Luiz Carpenter (CALC). Dada a sua trajetória como diretor da entidade, atualmente a sede do Centro Acadêmico chama-se "Sala Ivan Martins Pinheiro".
Ivan Pinheiro manteve-se no MR-8 até meados da década de 1970. Após o fracasso da luta armada no combate ao regime militar, Ivan passou a considerar importante a participação popular no processo eleitoral. Após desligar-se do MR-8, fez contato com o Partido Comunista Brasileiro na clandestinidade, no qual ingressou e jamais se afastou.
A partir de 1976, passou a atuar no seu local de trabalho: o Banco do Brasil. Com a convocação das eleições do Sindicato dos Bancários, em 1978, pelos interventores do Ministério do Trabalho, candidatou-se à presidência do sindicato. O pleito durou um ano e dez meses, em função de manobras legalistas do Ministério do Trabalho. A vitória final, através de uma votação esmagadora, consagrou Ivan Pinheiro como um dos principais líderes sindicais do país.
Sua trajetória como expoente dirigente do PCB teve início em 1982, quando foi realizado o VI Congresso Nacional do PCB. Neste evento, Ivan e os demais participantes, foram presos após invasão da Polícia Federal. Com esta prisão foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional. No congresso, que ocorreu na clandestinidade, foi o mais jovem integrante do Comitê Central e da No início da década de 1990, com o desmantelamento do socialismo no Leste Europeu, uma grave crise emergiu no Partidão resultando numa grande cisão em janeiro de 1992, quando foi criado o PPS Partido Popular Socialista. Ivan Pinheiro assumiu, juntamente com Horácio Macedo e Zuleide Faria de Melo, a liderança do grupo que manteve-se fiel aos ideais estabelecidos na fundação do PCB, em 1922.
No XIII Congresso do PCB, realizado em 2005, em Belo Horizonte, após integrar por 23 anos seguidos o Comitê Central, Ivan Pinheiro foi eleito Secretário Geral do partido. Este congresso marcou a ruptura do PCB com o governo Lula, o fim das conversações sobre a reunificação com o PCdoB, e apontou um novo rumo para a estratégia partidária.
Em 2009 o PCB realiza seu XIV congresso nacional, e Ivan Pinheiro tem visitado as bases do Partido pelo Brasil promovendo o lançamento das teses congressuais.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Golpistas hondurenhos assassinam professor

A enviada especial da teleSUR a Tegucigalpa Madeline García detalhou por telefone que os preparativos para o funeral o enterro do professor já estão adiantados, e que se prevê sepultá-lo este mesmo sábado.
O cidadão hondurenho, vítima da repressão militar que impera na nação, entrou em coma na quinta-feira após ser operado depois dos incidentes em uma rodovia de acesso à capital hondurenha.
A morte de Vallejo representa a quarta desde o golpe de Estado do dia 28 de junho passado, como conseqüência das persistentes agressões das forças de segurança contra o povo.
Vallejo, de 38 anos de idade, deixa esposa e um filho de 10 meses, segundo Rivera, que assegurou que o sentimento entre seus companheiros do sindicato de professores é de "indignação, muita indignação".
O cidadão hondurenho foi atingido por uma bala disparada pela Polícia, quando, mediante o uso da força, militares e agentes policiais dispersavam um bloqueio na rodovia da saída norte da capital, que se mantinha em protesto contra o governo de fato, presidido por Roberto Michelleti.
Nestes fatos houve seis feridos e 88 detidos, segundo a polícia, enquanto que a Frente de Resistência Contra o Golpe afirma a existência de 72 feridos e mais de uma centena de presos.
O setor de professores hondurenhos, uma das associações mais fortes do país, constitui, junto com os camponeses, um dos pilares do movimento que exige o retorno da institucionalidade democrática no país centro-americano.
Neste sábado, o povo continuará em sua luta pelo retorno de Zelaya. Para este dia, artistas de Honduras unirão esforços para acompanhar a prolongada resistência popular contra o golpe de Estado, que completa sua trigésima quinta jornada consecutiva.
O coordenador geral da Frente Nacional contra o golpe de Estado, Juan Barahona, anunciou na quarta-feira um ato político-cultural como a atividade em defesa da restituição da ordem constitucional neste sábado.
sábado, 1 de agosto de 2009
Adiado reinício das aulas em Minas

sexta-feira, 31 de julho de 2009
Professor Pablo da Intersindical/MG lançará livro sobre as ferrovias mineiras no dia 14 de agosto

Um grande abraço!
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Show com Pedro Muñoz em Sabará/MG, quinta-feira, 30 de julho - IMPERDÍVEL!!

Companheiros e amigos,
o cantor e compositor Pedro Muñoz se apresentará
em Sabará/MG, dia 30 de julho, quinta, as 20h no barroco 2 (Praça Santa Rita, s/n - Centro).
Vale a pena conferir a passagem inédita deste grande violeiro popular por terras
sabarenses.
Não será cobrada entrada, mas pedimos a todos que prestigiem o evento
e a obra de Pedro, que estará vendendo seus CDs no evento.
NÃO PERCAM! ÚNICA APRESENTAÇÃO!
telefone para contatos: (31) 36711761
abraços a todos
Daniel Oliveira
CAL/MG
O cantar de um trovador – Pedro MunhozJá se vão três décadas desde as primeiras lições de violão. De lá para cá muita coisa mudou para o menino nascido em Barra do Ribeiro-RS, às margens do rio Guaíba, que um dia deixou tudo e partiu. Ganhou o mundo e as canções. Começou a compor ainda na escola, em 1977. Depois vieram os festivais estudantis, os conjuntos de baile, os bares e as andanças. Muitas andanças. Queria falar da vida, das pessoas, do mundo e seus dramas. Nos primeiros anos vivendo em Porto Alegre, dividia-se entre trabalhar para sobreviver e buscar espaço para mostrar suas canções. Mas a cidade não tinha olhos para aquele menino do Interior. Era pedir demais num período de muitos estilos, influências e apelo comercial. Nada diferente de hoje. Aos poucos foi construindo seu caminho, sem perder o estimulo e a coerência. Na bagagem influências que passam pela musica regional, cigana, ao gosto erudito, sobretudo por Bach e Vivaldi. Das milongas, chacareras e zambas do mestre Atauhalpa Yupanqui, às cantigas catingueiras e medievas de Elomar. De Noel Guarani a Vital Farias. Pedro Munhoz é um menestrel, um bardo, um trovador, resistindo, contrapondo- se a um tempo de desvalores, onde a vida vale pouco ou quase nada. Possui quatro trabalhos discográficos independentes (ver: www.pedromunhoz. mus.br), tendo recentemente gravado o 5º CD, intitulado, C´aminhador. Percorre o país realizando recitais em escolas, universidades, sindicatos, salas de concerto, teatros e onde quer que estejam pessoas para ouvir o seu canto e suas histórias de eterno caminhante. Defensor inconteste da reforma agrária, da ecologia e direitos humanos, mantém contato permanente com os movimentos sociais. Atuou em 2003 e 2005 nas edições respectivas do Fórum Social Mundial, em Porto Alegre e inúmeros eventos em mais de vinte anos de carreira. Com um perfil artístico engajado já se apresentou em países como Uruguai, Canadá, Cuba, França, Chile, Itália, México Guatemala, Portugal, Espanha, Venezuela, entre outros. Ja dividiu o palco com artistas como: Belchior, Xangai, Vicente Feliú (Cuba), Silvio Rodriguez (Cuba), Fabio Paes, Numa Moraes (Uruguai), Daniel Viglietti (Uruguai), Victor Batista, Chico César, Pereira da Viola, entre outros.
Charles Anderson assessoria fone: 053 - 9111 - 9422 |
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Blog Diário da Classe completa um ano de lutas e vitórias!

De lá pra cá, foram muitas, realmente muitas batalhas travadas. Participamos ativamente da greve estadual no segundo semestre de 2008, e estivemos presentes em todas as jornadas da rede municipal na capital mineira.
Depois de um ano, podemos dizer que estes dois polos são hoje uma realidade dentro da nossa opção de organização, a corrente sindical Unidade Classista/Intersindical-MG.
Internacionalmente, nos solidarizamos com dois povos golpeados pela oligarquia reacionária, o boliviano, ainda em 2008, e mais recentemente o povo hondurenho.
Mas como disse o poeta, um ano não é nada, e muito temos que fazer. Participaremos este mês, em Poços de Caldas, do congresso do SindUTE, com a tese da oposição unificada Muda SindUTE, e em 14 de agosto estaremos presentes na greve da rede BH.
Ainda em Agosto a Intersindical, agora ampliada com a participação ativa dos companheiros da Consulta Popular, somará força aos demais movimentos para construir uma semana de lutas vitoriosas, do dia 10 à 14.
Em um ano, nossa organização cresceu e se ampliou. Iniciamos agora a organização e inserção de nossos militantes na luta dos trabalhadores em educação da rede particular, da PUC/MG e da UFMG.
Que venham outros anos e outras lutas, mas sem perdemos nosso norte, a construção de uma sociedade mais justa e fraterna, a sociedade socialista, onde a educação não seja uma mercadoria, mas uma chave a mais para a libertação dos homens e mulheres deste mundo. Parabéns a todos que trilham estes passos. E um agradecimento especial do nosso coletivo a todos aqueles que jamais se afastaram da construção de um novo horizonte: os imprescindíveis!
sábado, 18 de julho de 2009
Saudações aos delegados(as) ao VIII º Congresso Estadual do SindUTE/MG

Os efeitos dessa crise foram sentidos no Brasil de forma mais rápida e mais grave do que anunciado pelo Governo e os órgãos da imprensa.
Houve uma forte retração econômica, principalmente quanto à produção industrial, com destaque para os Estados de São Paulo e Minas onde os maiores cortes foram nos setores da mineração e metalurgia. Os índices econômicos apontam queda na produção em todos os setores produtivos, confirmados com a divulgação de queda no PIB de 3,6% no 1º trimestre. Tal quadro confirma a relação de dependência da economia brasileira e o nível de recessão que se aprofunda o que irá piorar a qualidade de vida do trabalhador e a consecutiva precarização da força de trabalho.
A dinâmica da crise econômica e as opções tomadas pelo governo evidenciam, ainda mais o seu alinhamento à lógica do grande capital. Sob o discurso do pacto social e do crescimento sustentável, articula-se a velha lógica de subordinar as reais demandas e necessidades urgentes da maioria da população brasileira ao crescimento da economia capitalista, entendida como a possibilidade de manter os níveis de lucratividade dos setores monopolistas. Daí todas as concessões à indústria automobilística, ao agronegócio, aos exportadores e aos grandes bancos, ao mesmo tempo em que o desemprego, a contenção dos salários, a flexibilização de direitos e os cortes às políticas sociais, são apontados como sacrifícios necessários para que o país encontre a saída para a crise.
O que vemos são os ricos cada vez mais ricos, que passaram do controle de 53% para 74,5% da riqueza nacional, entre 1990 e 2008, graças a lucros estrondosos como os das 500 maiores empresas que atuam no Brasil e que tiveram seus lucros entre 2003 e 2007 subindo de 2,3 bilhões para 43 bilhões, enquanto os assalariados vêm seus rendimentos diminuírem e os mais pobres recebem migalhas, obrigados a viver com 2 dólares por dia.
A desproporção do pacto social estabelecido no Governo Lula e que conta com o apoio de várias correntes sindicais, fica visível quando comparamos a ação de seus dois braços, o que acena aos trabalhadores e o que afaga os patrões. Em 2008, o governo destinou R$10,8 bilhões aos mais pobres em programas sociais como o bolsa família, dedicou R$ 162,3 bilhões ao pagamento de juros da dívida aos banqueiros. Entre 2000 e 2007 foram pagos a soma de R$ 1,267 trilhões para a dívida, áreas como saúde, educação e investimentos receberam no mesmo período cerca de R$ 554, 6 bilhões, menos da metade do destinado as banqueiros.
A priorização do agronegócio, carro chefe da produção dos superávits orçamentários agravou a exploração e expropriação no campo, inviabilizou a Reforma Agrária e condena os assentamentos à inanição de recursos abandonando a necessidade de uma nova política agrária. A ajuda sempre rápida aos monopólios industriais para manter suas taxas de lucratividade, com subsídios, redução de impostos e financiamentos a custo baixo, sem qualquer contrapartida social, contrasta com as perdas salariais, os cortes de emprego e a ofensiva por redução de jornadas com redução de salários aceitas pelas centrais sindicais cooptadas pelo pacto social.
Em Minas o cenário não é diferente. Ao contrário, podemos afirmar que os efeitos da crise intensificaram os ataques do Governo Aécio sobre o funcionalismo.
Blindado pelos meios de comunicação e com fraca oposição sindical e política, Aécio conseguiu reduzir direitos e precarizar mais ainda a situação do funcionalismo público. Além das políticas de choque de gestão que reduziram drasticamente investimentos em áreas sociais, somado ao achatamento salarial e desrespeito a direitos, os trabalhadores em educação se viram aprisionados à aprovação de um plano de carreira que não possibilita de fato uma progressão qualitativa aos educadores, além de substituir a política de reajuste salarial por abonos e gratificações por produtividade resultando num cenário de perdas salariais ao mesmo tempo em que subordina mais ainda a educação às metas eleitoreiras do Governo.
Há quatro anos não se faz concursos no Estado, sendo que a opção do Governo tem sido a manutenção dos contratos temporários que precarizam a educação e significam contenção de gastos para o Governo. Apesar das maquiagens feitas em diversas escolas do Estado o fundamental não foi resolvido, ou seja, não se investiu na formação dos educadores, em seus salários e tão pouco na melhoria das condições de trabalho.
O Sindute, por sua vez, amarga uma grave crise de identidade. Esse sindicato que é o maior em representatividade do funcionalismo público estadual e que no passado distante obteve grandes conquistas para o conjunto dos trabalhadores, armando ideologicamente a classe, informando e formando opinião no dia a dia dos educadores, hoje está distante da realidade dos trabalhadores em educação não se importando mais com a construção política da consciência e da resistência dos educadores.
Através da sua direção política, ligada a Articulação Sindical, o Sindute vem perdendo referência em diversos municípios do Estado sendo que o maior patrimônio que podia-se ter, ou seja , a credibilidade e a referência de entidade de classe junto aos trabalhadores(as) em educação, tem sido paulatinamente dilapidado por ações equivocadas ou pela falta de engajamento com a
A INTERSINDICAL participa ativamente do MOVIMENTO MUDA SINDUTE - OPOSIÇÃO, pois entendemos que é fundamental a unidade de ação de todos(as) aqueles(as) que acreditam na possibilidade da construção de um sindicalismo classista, democrático, independente de governos e patrões e que garanta de fato conquistas para os trabalhadores(as). Acreditamos que ainda é possível resgatar o Sindute para esse projeto, necessário para enfrentar não apenas os efeitos da Crise Econômica, mas também os ataques que cada vez mais vem se intensificando sobre nós.
Por isso convidamos a todos(as) aqueles(as) que possuem identificação com essa proposta, que não estão satisfeitos com a trajetória de derrotas e a falta de perspectivas que a Direção do Sindute - Articulação Sindical, impuseram à nossa categoria, a unir forças contra a paralisia sindical e contra o desmonte da educação pública. Participe das PLENÁRIAS DO MOVIMENTO MUDA- SINDUTE e venha conhecer o movimento INTERSINDICAL uma nova alternativa de LUTA E ORGANIZAÇÃO PARA A CLASSE TRABALHADORA BRASILEIRA.
*PELA DEMOCRATIZAÇÃO DO NOSSO SINDICATO: PROPORCIONALIDADE JÁ!
* CHEGA DE ENROLAÇÃO, REAJUSTE SALARIAL E CONCURSO PÚBLICO JÁ!
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Atividades do SindREDE/BH - Calendário de mobilização

Seminário conjunto com representantes de Escola/Umei e Delegados Sindicais do Sindibel
06/08 (quinta-feira)
08h - Reunião de Representantes de Escola/UMEI
14h - Reunião de Representantesde Escola/UMEI
18h - Reunião de Representantes de Escola/UMEI
Início da GREVE
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação da Corrente Sindical Unidade Classista/MG apoiam a luta dos hondurenhos contra o golpe militar
sexta-feira, 26 de junho de 2009
[RMEBH] ASSEMBLEIA APROVA GREVE A PARTIR DE 14 DE AGOSTO
Em Assembleia geral, mantendo a sua mobilização dos últimos meses, a
categoria definiu, por ampla maioria, deflagrar o movimento grevista em
agosto, bem como a data inicial da greve, o dia 14.
Esta é a nossa resposta à Prefeitura que diz realizar diversos estudos,
mas não conclui nenhum! Foi o que ocorreu novamente na reunião do dia 22
de junho. A informação inicial era que a reunião teria caráter informativo
(depois de reunião técnica inventou-se mais esta) sobre os
encaminhamentos já tomados depois da última reunião. Esta foi a 8ª reunião
e as respostas são”estamos realizando um estudo sobre as reivindicações
de vocês: situação dos celetistas; proposta da categoria para a regra de
transição; regulamentação dos cursos à distância; situação da averbação do
tempo do Estado e alguns municípios; situação dos auxiliares de escola,
secretaria e biblioteca; saúde do servidor; jornada complementar da
educação infantil.
Duas novidades foram colocadas na reunião: o vale-alimentação/
refeição será pago em espécie, no contra-cheque, e não mais como cartão; a
SMED está estudando a ampliação da jornada da educação infantil para 06h
diárias.
E houve alguns “nãos”: a PBH não está considerando a aposentadoria
especial para quem esteve na direção antes de 2006; a situação do Caixa-
Escolar será discutida com a SMED; não é possível estender o valealimentação/
refeição para os/as auxiliares de escola concursados/as.
Neste sentido, é necessário que cada escola/UMEI organize a sua
participação na greve no retorno das minguadas férias julinas. Além disso,
que garanta a presença de seus/suas representantes na reunião do dia 01 de
julho, nos três turnos.
Destacamos ainda a fabulosa manifestação realizada após a assembleia
em conjunto com os demais setores do funcionalismo, finalizada com o
Arraial dos Laranjas, na porta da PBH, com caldo de feijão, pipoca, almoço,
jogo de futebol, quadrilha. Teve ainda a apresentação do hit do momento
“Biquinho Doce”, apresentado pela companheira Rosa, caracterizada de
Florícia Dumar.
Nossa categoria continua mantendo a unidade dos/as servidores/as
municipais na luta contra o governo Lacerda, principalmente agora que os
demais setores deflagraram a greve neste momento. Por isso, já
programamos algumas atividades conjuntas para o início do próximo
semestre.
Precisamos de cada companheira e companheiro na luta em defesa dos
nossos direitos. Precisamos de cada companheira e companheiro na luta
contra os desmandos da SMED e da omissão dos demais secretários e,
especialmente, do Sr. Lacerda.
Propostas aprovadas:
*Greve a partir de 14/08/2009
*Ação Popular com três eixos: pela unificação da carreira de Educador
Infantil e Professor Municipal; Piso Salarial de nível médio para os
Trabalhadores/as em Educação; Progressão por mérito na carreira pelo
tempo mínimo estabelecido pelo estatuto. Campanha por recolhimento de
90 mil assinaturas até Outubro/09. Envolvimento de toda a categoria,
entidades do movimento sindical e popular, faculdades de educação, etc.
*Divulgação do estudo do ILAESE sobre o financiamento da educação no
município de Belo Horizonte.
Orientações à diretoria:
@Não inclusão de valores de vale refeição em contracheques.
@Retomar junto à administração negociação para pagamento no 1º dia do
mês.
@Levantar custo de inserção de mensagem na mídia.
Propostas remetidas para Reunião de Representantes
@Redução de módulo em julho.
@Contratação de Assessoria Estratégica.
@Criação de Fundo de Greve.
@Carta para a comunidade.
@Mobilizações Regionalizadas.
@Festa para comemoração da Carta Sindical do Sind Rede/BH.
@Não reposição de greve e paralisações
quarta-feira, 24 de junho de 2009
CAMPANHA SALARIAL 2009 - Os servidores públicos municipais de BH advertem: Os trabalhadores não pagarão pela crise do capitalismo - Fotos 23/06/09
Apresentado à população em vistosas propagandas no horário nobre durante a campanha eleitoral, Márcio Lacerda apresentou um programa semelhante a outros governos tucanos, como o de Serra e Aécio Neves. O fim da estabilidade do emprego, seguido de medidas como avaliação de desempenho, avaliações externas como parâmetro de produtividade, efetivação sem garantia de plenos direitos, enfim, toda essa série de medidas caminham no sentido de dividir e espoliar os servidores públicos de BH.
A Intersindical compreende que tal situação decorre, entre outras coisas, da total exclusão do direito de participação política através de espaços democráticos, nos quais as classes populares tenham voz e possam interferir de maneira direta na elaboração, aplicação e fiscalização das políticas públicas. Entendemos que somente dessa forma os interesses do conjunto da sociedade, e em especial a Classe Trabalhadora e os servidores públicos municipais, podem ser priorizados. Chega de agressão! Nenhum direito a menos! Avançar em novas conquistas!
sábado, 20 de junho de 2009
Militante da Corrente Sindical Unidade Classista/Intersindical vence concurso literário da ASSEMP/BH
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Tese unificada da oposição Muda SindUTE/MG - Conjuntura Nacional

segunda-feira, 15 de junho de 2009
Atividades do SindREDE/BH - Calendário de Lutas
17/06- 14h - Reunião de Readaptação Funcional
18/06 - 8h - Reunião com os professores de disciplinas específicas.
18/06 - 14h - Coletivo de Inclusão
19/06 8h/14/18h - Reunião de Representantes de Escola/UMEI
23/06 - 8h - Assembleia Geral na Praça da Estação com ATO UNIFICADO com os demais servidores, movimentos sociais e com sindicatos da região Metropolitana
24/06 - 9h - Audiência Pública na Assembleia Legislativa que discutirá o tema “Assédio Moral: essa dor não quer ser mais calada"
24/06 - 13h30 - Audiência Pública sobre os/as Auxiliares Contratados/as pelo Caixa Escolar.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Em defesa da educação e do Pronera

Nosso desafio é grande. Aprendemos com a luta que a Reforma Agrária vai além da simples conquista da terra, e passa necessariamente por uma política séria de educação. Nosso país figura entre os piores do mundo nesse sentido. Dados da Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação mostram que há 35 milhões de analfabetos nas nações latino-americanas. Mais de um terço destes são brasileiros. E apenas 0,2% são cubanos. Isso demonstra que investir na escolarização de um povo é vontade política, é determinação pela soberania, é vontade de construir uma história digna.
Por isso a educação é parte fundamental da luta do MST. A burguesia brasileira não admite que o conhecimento seja acessível aos pobres. E por isso enfrentamos tanto preconceito e barreiras para ter garantido o direito básico de estudar. Fazemos questão de montar escolas sempre onde montamos acampamentos. Temos um programa para erradicar o analfabetismo em nossas áreas e lutamos por políticas públicas que garantam a formação em todos os níveis.
Atualmente, 300 mil pessoas do MST estão estudando, incluindo crianças da Educação Infantil, passando pela Escola de Jovens e Adultos (EJA), cursos profissionalizantes e universidades. Mais de 50 mil pessoas já aprenderam a ler e escrever no MST.
Não reconhecemos o mesmo esforço por parte de nossos governantes. Segundo a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), de 2007, 14 milhões de pessoas são analfabetas no Brasil. Se somarmos a este dado os analfabetos funcionais - pessoas que sabem ler, mas têm grandes dificuldades em interpretar textos - chegaremos a 32,1 milhões de pessoas, ou 26% da população acima de 15 anos de idade.
No campo, essa realidade é ainda mais cruel. Dados do IBGE apontam que 29,8% dos adultos são analfabetos e apenas 23% dos alunos de 10 a 14 anos estão na série adequada para sua idade.
O Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera) é um dos poucos programas federais voltados para alterar essa realidade. O Pronera tem como missão promover aos acampados e assentados o acesso à educação formal em todos os seus níveis, desenvolvendo ações desde a alfabetização, EJA, ensino fundamental, médio, cursos profissionalizantes, superiores e de especialização.
De 1998 a 2002, o Pronera foi responsável pela formação de 122.915 assentados. De 2003 a 2008, mais 400 mil jovens e adultos tiveram acesso à escolarização. Atualmente, 17.478 pessoas estão em processo de formação, em 76 cursos pelo Brasil.
No entanto, esse direito está ameaçado. O Incra, responsável por executar o programa, decidiu suspender todos os convênios para novos cursos. Além disso, o governo cortou 62% do orçamento do Pronera, proibindo ainda o pagamento de bolsas aos professores das universidades e aos educandos. Até os cursos em andamento podem ser cortados.
Não podemos aceitar essa retirada de direitos. Contamos com o apoio da sociedade brasileira para impedir que, mais uma vez, seja negado a um ser humano o direito elementar de conhecer e interpretar o mundo.
Queremos terra, Reforma Agrária e o direito de estudar para continuar a transformar a realidade.
Por isso exigimos do governo federal:
- A recomposição do orçamento do Pronera
- A regularização do pagamento dos coordenadores e professores que trabalham nos cursos nas universidades
- A retomada da parceria para novos cursos, através de convênios e destaques orçamentários.
Movimento Sem Terra: Por Escola, Terra e Dignidade!
Coordenação Nacional do MST
sexta-feira, 5 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Trabalhador na rua, Lacerda a culpa é sua! Mais de 3.500 servidores públicos de BH tomam as ruas da capital mineira
segunda-feira, 1 de junho de 2009
PERSEGUIÇÃO ÀS LIDERANÇAS DA COMUNIDADE CAMILO TORRES

Entenda o caso:
Lacerda e Dayse são destacadas lideranças da Comunidade Camilo Torres e participaram ativamente do processo de negociação com a Regional Barreiro quanto à fração pública do terreno, ocupada desde 2008.
Ao longo desse processo de negociação, os dois companheiros, assim como os demais representantes da Comunidade, se mostraram firmes nas reivindicações e não se deixaram capitular pelas artimanhas do Senhor Leonardo Couto. Esse senhor, na última reunião realizada no dia 14 de maio, chegou a oferecer bolsa aluguel às famílias durante 90 dias (!) para sair pacificamente do terreno e permitir a demolição dos seus lares.
Obviamente, as lideranças refutaram a proposta imoral após obter o respaldo da comunidade que votou consensualmente em assembléia para negar o acordo. Mas, graças ao trabalho da brava Comissão Jurídica, integrada por Advogados Populares e Defensores Públicos, pela segunda vez, a ordem de despejo foi provisoriamente suspensa.
Em função disso, como forma de retaliar e perseguir as lideranças da comunidade, o Senhor Leonardo Couto, ordenou o desligamento ilegal do companheiro Lacerda e da companheira Dayse, sem qualquer motivação justa e sem assegurar o direito à ampla defesa.
Perseguição documentada:
No caso do companheiro Lacerda, a simplicidade do ofício dirigido à diretoria da escola deixa manifesto a arbitrariedade do ato exarado pelo Senhor Leonardo Couto.
Assim diz:
"Solicitamos que o Senhor Lacerda dos Santos Amorim seja desligado da função de coordenador da Escola Aberta desta escola" (doc 01 - em anexo)
Pressionada pelo manditismo político, a Diretora da Escola Luiz Gonzaga Júnior cumpriu a ordem do Senhor Secretário da Regional Barreiro. Entretanto, fez constar na Portaria que foi publicada sua contrariedade ao ato autoritário que se viu obrigada a cumprir:
"Declaramos que nesta data estamos desligando da função de coordenador da Escola Aberta desta escola o Sr. Lacerda dos Santos Amorim, atendendo solicitação do Sr. Leonardo Couto - Secretário de Administração Regional Municipal Barreiro. Declaramos também que nestes três anos de coordenação do projeto o Sr. Lacerda executou com competência, dedicação e legitimidade as tarefas a ele atribuídas, de forma voluntária" (doc 02 - em anexo)
Importante dizer ainda que, segundo informações obtidas com servidores da própria Regional Barreiro, a ordem do Senhor Leonardo Couto foi autorizada pelo Senhor Prefeito Márcio Lacerda. Isso reflete a política autoritária de todo um governo que se fecha ao diálogo e reprime aqueles que não se deixam cooptar.
"Não se deixar cooptar, não se deixar liquidar e garantir vitórias para o povo" - Florestan Fernandes
Medidas a serem tomadas:
Diante deste lamentável episódio, além de denunciar o fato a toda sociedade mineira, vamos estudar junto à Comissão Jurídica da Comunidade Camilo Torres os mecanismos judiciais para reverter esse quadro e para condenar o responsável direto pelo ato: o Secretário Administrativo da Regional Barreiro, Senhor Leonardo Couto.
Paralelamente, fortaleceremos a nossa Comunidade e nossa luta para os dias de perseguição, truculência e medo que a Prefeitura quer nos impor.
Contamos com a solidariedade de tod@s que, como nós, querem ocupar corações e mentes para construção de uma nova cidade!
Anexos:
Doc 01 - Cópia do ofício do Senhor Leonardo Couto enviado à Diretora da Escola
Doc 02 - Cópia da Portaria que determinou o desligamento do companheiro Lacerda
Doc 03 - Foto do Senhor Leonardo Couto inaugurando obra do Barreiro ao lado do Prefeito Márcio Lacerda
Doc 04 - Comunicado completo em word
"Onde morreu Camilo,
nasceu uma cruz
Não de madeira,
mas sim de luz"
Victor Jara
- FORUM DE MORADIA DO BARREIRO -
- BRIGADAS POPULARES -
Referências:
1 - Projeto Escola Aberta, é um projeto financiado com recursos da UNESCO, organizado pelo Governo Federal, e aderido pelos Estados e Municipios. Os Coordenadores e oficineiros são pessoas da comunidade que trabalham de forma voluntária recebendo apenas ajuda para custeio de alimentação e deslocamento. É exigido como requisitos para ser voluntário desse Projeto ser morador da comunidade, não ter vinculo empregaticio com a escola e o Municipio. No caso do Coordenador o mesmo deve cumprir os requisitos acima citados e ser de confiança da comunidade e do colegiado escolar. 2 - A compaheira Dayse Antonia França trabalhava no Bairro Tirol como contratada e estava a espera da efetivação no cargo, pois a mesma havia sido classificada no concurso publico. Agora, dois meses antes do termino do contrato, a mesma foi demitida como resposta ao seu engajamento na defesa dos direitos da Comunidade Camilo Torres
quarta-feira, 27 de maio de 2009
A Unidade Classista e o 8º Congresso do SindUTE-MG

terça-feira, 26 de maio de 2009
Os Aspectos Culturais e Educacionais da Revolução Cubana - Debate
Atividade dos 50 anos da Revolução Cubana
28 de maio,quinta- feira
19:00h Debate: “Os Aspectos Culturais e Educacionais da Revolução Cubana". Com Maria Antônia Ramos - Conselheira Política da Embaixada de Cuba no Brasil
quarta-feira, 20 de maio de 2009
RESPOSTAS DA PBH AS NOSSAS REIVINDICAÇÕES ATÉ 12 DE MAIO
No dia 04 de maio as propostas do governo foram apresentadas pelo Secretário de Planejamento Sr. Helvécio. Segundo ele, a PBH está elaborando um projeto mais amplo que inclui a assistência à saúde do funcionalismo, a reestruturação da BEPREM, a questão do Fundo Previdenciário, um projeto de formação permanente, a constituição de um código de ética para evitar o assédio moral, uma nova proposta de avaliação de desempenho.
Para isso, já foram contratadas assessorias para realizarem pesquisas sobre o clima institucional, o censo de saúde do/a servidor/a, a atualização do cálculo atuarial do Fundo Previdenciário. Caso seja necessário, serão realizadas adequações legais.
Em relação a alguns pontos urgentes da categoria, as respostas foram:
a) Reajuste Salarial: foi afirmado que neste momento não há nenhuma proposta e quando ela existir, não será linear. Ou seja, não será um índice igual para todos. Além disso, o governo discutirá com cada setor a remuneração variável. A partir de 2010 ela já será aplicada na área da saúde, através do Programa Bom de Serviço.
b) Vale-refeição: haverá um aumento do valor, que está em fase de estudo. Ainda não há data para ser definido nem o percentual que será aplicado.
c) Educação Infantil: vai regularizar o pagamento da jornada complementar realizada em 2008 na folha de pagamento de maio, que fica pronta em junho; vai regularizar, em maio, a questão do vale-refeição para dois cargos; será analisada, sem data definida, o pagamento da jornada complementar nos moldes da “dobra”; neste momento, não há discussão de unificação da carreira, pois a consideram distinta do cargo de professor e julgam que a expansão do atendimento ficará prejudicada.
d) Cursos de Pós-graduaçãoe) Avaliação de Desempenho: será realizada a terceira etapa da avaliação antes do final de junho.
domingo, 17 de maio de 2009
RMEBH: CALENDARIO APROVADO NA ASSEMBLEIA DO DIA 14 DE MAIO
18, 19 e 20 de maio - Panfletagem nas comunidades escolares e discussão nas escolas/UMEIs
19 de maio - reuniões da Educação Infantil no sindicato - 8h e 14 h
20 de maio - reunião de Auxiliares de Biblioteca – 14 h
21 de maio – reunião de Direções de Escola/UMEI – 14 h
22 de maio – Manifestação na Secretaria Municipal de Educação - 15 horas
27 de maio – Prazo final para PBH apresentar respostas concretas às demandas da categoria
28 de maio – Plenária de Representantes
29 de maio – discussão nas escolas/UMEIs
02 de junho - reunião de professores/as de disciplinas especializadas
03 e 04 de junho – 02 (Dois) dias de GREVE
03 de junho - Assembleia Geral da Rede às 08 horas e Ato Unificado com os demais Servidores.
04 de junho - Manifestação na Secretaria Municipal de Educação
quarta-feira, 13 de maio de 2009
CAMPANHA SALARIAL RMEBH 2009: ORGANIZAR A GREVE PARA GARANTIR ANTIGOS E NOVOS DIREITOS!

Na assembléia do dia 24 de abril definimos pela greve a partir de 14 de maio, caso a PBH não respondesse às nossas reivindicações na negociação do dia 04 de maio.
Sendo Assim, na reunião de negociação, os representantes do governo municipal afirmaram que não existe previsão de reajuste salarial e quando houver, ele não será igual para todos/as. Apresentaram ainda que pretendem discutir conosco a remuneração flexível, a reorganização da avaliação de desempenho, a reestruturação da BEPREM e da Previdência Municipal.
Em relação aos quase 5 mil diplomas de pós-graduação parados por motivos diverso (data de publicação da avaliação para fins de estabilidade com seis meses de atraso o que permitiu o protocolo dos cursos para progressão na carreira somente em janeiro de 2008, após a nova regra; os cursos ofertados pela PBH e iniciados antes da nova legislação, como Segundo Tempo, Escola Aberta, etc.), a resposta do governo foi de realizar um levantamento dos diferentes casos
até o final do mês para definir o encaminhamento que será tomado pela administração.
No caso da Educação Infantil, o governo afirmou que não pode unificar a carreira docente porque isso dificulta a ampliação do atendimento.
15 de maio - volta às escolas para
comunicar à comunidade escolar a
continuidade da greve
16 e 17 de maio - panfletagem nas
c omu n i d a d e s e c ome r c i o ,
participação na festa da Ocupação
Dandara
18 de maio - regional de greve e+
reunião do comando de greve
19 de maio - manifestação na PBH
20 de maio - manifestação na
Secretaria de Administração e
Recursos Humanos
21 de maio - assembleia
domingo, 10 de maio de 2009
Lançamento do livro Ana A borboleta

É com imensa alegria que compartilho com vocês este momento ímpar em minha vida.
Espero a afetuosa presença de todos vocês.
sábado, 9 de maio de 2009
Boletim da REDE - Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de BH

A nossa decisão exige o debate interno nas escolas e a organização da categoria para garantir uma resposta coletiva à altura dos descaminhos que vivemos atualmente: a falta de tempo para nos reunirmos e pensarmos, coletivamente, propostas que garantam a qualidade do processo ensino-aprendizagem, o crescimento do adoecimento da categoria e das situações de conflito entre estudantes e docentes, a demora na regularização do pagamento dos cursos de pós-graduação e do pagamento da jornada complementar da educação infantil, o desrespeito ao direito da categoria em definir a sua organização e representação sindical.
– Discussão nas escolas do indicativo de greve
14h - Reunião de professores de disciplinas específicas
18h30 - Reunião de Representantes do Noturno
(EJA, Ensino Regular Noturno)
12 de maio
8h e 14h - Reunião de Representantes - manhã e tarde
14 HORAS - ASSEMBLEIA DA REDE PRAÇA DA
ESTAÇÃO
domingo, 3 de maio de 2009
Proposta do MEC: Concurso único para professor da educação básica

sábado, 2 de maio de 2009
MANIFESTO EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE


Entretanto, nos últimos anos, o governo municipal retrocedeu, e muito, as conquistas democráticas da educação, e abandonou qualquer resquício de diálogo com os/as trabalhadores/as e as comunidades escolares.
O atual governo aderiu ao projeto “Todos pela Educação”, modelo empresarial para a escola pública brasileira. Expressões dessa adesão são o Prêmio Parceiros da Escola, forma de privatização da educação pública, o Boletim Único, as Avaliações Sistêmicas e o retorno da reprovação automática.
Neste sentido, nosso desafio é construir uma política educacional que seja parte do processo de transformação social e do desenvolvimento pleno do ser humano. Uma política educacional que considere importante que:
a) as individualidades e práticas culturais, religiosas e políticas de cada comunidade sejam respeitadas para que a escola pública se transforme em um espaço de superação e de aquisição de conhecimento para a classe trabalhadora.
b) o Estado tenha políticas sociais que garantam melhorias efetivas na condição de vida da imensa maioria da população.
c) a construção de espaços sociais garantam a participação da classe trabalhadora na definição de políticas públicas, bem como na fiscalização das mesmas, por entendemos que somente dessa forma os interesses do conjunto da sociedade, e em especial a classe trabalhadora, podem ser priorizados.
Como elementos para a construção dessa política educacional apresentamos, a seguir, alguns pontos que consideramos fundamentais na sua constituição.
1) Os tempos e espaços escolares
Acabar com os espaços de reuniões coletivas, cortar e controlar o tempo de planejamento dos trabalhadores em educação é um desrespeito aos tempos dos/as estudantes; e ao dever dos/as trabalhadores/as em educação de planejar, avaliar, estudar[n1] e construir a proposta político-pedagógica, ações essenciais para a qualidade da educação e do trabalho educativo que garanta a participação consciente dos estudantes sobre a realidade em que vivem[n2] .
Neste sentido, defendemos o direito dos estudantes terem suas dificuldades e potencialidades pensadas pelo coletivo de trabalhadores/as.
Para isso, é urgente a ampliação do percentual da jornada de trabalho destinado ao planejamento, avaliação e estudo individual e coletivamente, além da ampliação do quadro das escolas, evitando assim as substituições nestes horários.
2) Autonomia e Gestão Democrática
A autonomia das escolas é fundamental para tomarmos decisões e construirmos, coletivamente, alternativas criativas. Neste sentido, é fundamental a participação de todos/as os segmentos da comunidade escolar e do conjunto da população na definição das políticas educacionais de nossa cidade.
Para isso, é fundamental a (re) construção das instâncias de gestão democrática da escola e do Sistema Municipal de Educação, que garantam a participação dos/as trabalhadores/as da educação, da comunidade e gestores na definição de uma política educacional comprometida com a classe trabalhadora de nossa cidade.
3) O currículo e o processo de avaliação
Defendemos que o currículo se constrói na relação da escola com a comunidade e a partir das concepções ideológicas de educadores e dos próprios estudantes.
Neste sentido, consideramos as provas avaliativas como instrumentos de intervenção no trabalho docente, reduzindo as suas tarefas pedagógicas à instrução, ao adestramento. Por isso, propomos que (propostas dos grupos).
4) O financiamento da educação
Defendemos a aplicação imediata de 10% do PIB na educação e o aumento progressivo até chegar a 15% e no âmbito dos estados e municípios a aplicação de 30% da receita, mas com programas estritamente educacionais. Para programas sociais como bolsa escola, escola aberta, escola integrada e outros devem ser alocadas verbas extras.
5) Da inclusão e valorização dos estudantes
A luta pela educação inclusiva é parte da luta pela universalização da educação pública brasileira. Entretanto, avaliamos que a atual política da Prefeitura de Belo Horizonte não garante o direito efetivo das crianças, jovens e adultos à educação e garantias essenciais à vida. As necessidades e demandas do/a estudante não são somente responsabilidade de um/a professor/a ou grupo de professores/as, mas do sistema educacional e de outros instrumentos necessários ao bem estar do cidadão. Por isso, deve ser realizado um trabalho articulado entre o/a profissional, a escola, a Secretaria Municipal de Educação e demais órgãos da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, garantindo a todas as crianças, jovens e adultos acesso aos serviços existentes.
6) Violência e Espaço Escolar
Os/as trabalhadores em educação e a escola não têm como resolver os problemas que geram a violência na sociedade; não tem como, a partir unicamente da escola, eliminar a violência dentro dela. Mas as instituições educacionais podem e devem gerar estratégias para minimizar e lidar com estes problemas. Estratégias que só podem ser desenvolvidas a partir de uma concepção de escola que respeita os trabalhadores e estudantes, que pensa coletivamente os fazeres. À medida que os espaços de diálogo diminuem ou são esvaziados do seu conteúdo, à medida que se aumenta a pressão sobre trabalhadores e estudantes, a violência dentro das escolas também aumenta.
Neste sentido, exigimos do Estado que dê amparo aos/às trabalhadores/as e estudantes vítimas de violência dentro das escolas, mas mais do que isto, os espaços democráticos e a autonomia de cada comunidade escolar devem ser respeitados para que possamos coletivamente gerar estratégias para lidar com cada novo desafio que se apresenta à escola, e com isto minimizar e lidar com as situações de violência.
Grupos de trabalho nesta conferência:
· Gestão democrática
· Avaliação
· Currículo
· Organização dos tempos e do trabalho
· Concepção de escola
· Violência nas escolas e violência contra o professor
Assinam este manifesto:
Coletivo Travessia
sexta-feira, 1 de maio de 2009
PBH regulamenta pós-graduações mas omite cursos à distância

DECRETO Nº 13.556 DE 23 DE ABRIL DE 2009
Regulamenta o art. 6º da Lei nº 7.969, de 31 de março de 2000, com redação dada pelo art. 4º da Lei nº 9.465, de 07 de dezembro de 2007.
O Prefeito de Belo Horizonte, no exercício de suas atribuições, em especial a que lhe confere o inciso VII do art. 108 da Lei Orgânica do Município, considerando o disposto no art. 4º da Lei nº 9.465, de 07 de dezembro de 2007, que altera o art. 6º da Lei nº 7.969, de 31 de março de 2000,DECRETA:
Art. 1º – Para os fins da concessão dos níveis de vencimentos previstos no art. 6º da Lei nº 7.969/00, com redação dada pelo art. 4º da Lei nº 9.465/07, os ocupantes dos cargos públicos efetivos da Área de Atividades de Educação que tenham alcançado a estabilidade prevista no art. 41 da Constituição Federal, quando da aquisição de título de escolaridade superior ao exigido para o respectivo cargo público efetivo, deverão apresentar na Gerência Regional de Educação – GERED, da Secretaria de Administração Regional Municipal à qual se vinculem, os seguintes documentos:
I – requerimento específico, a ser preenchido em duas vias para cada cargo efetivo;
II – certificado e/ou diploma de conclusão do curso respectivo, registrado no órgão competente, em fotocópia autenticada, ou o original e fotocópia, que será autenticada pelo setor responsável pelo recebimento;
III – para os cursos de mestrado e doutorado, além das exigências constantes dos incisos I e II deste artigo, os diplomas de conclusão devem vir acompanhados da respectiva dissertação ou tese apresentada à banca examinadora, bem como da cópia da ata da sessão do exame;
IV – para os cursos de especialização lato sensu, além dos requisitos previstos nos incisos I e II deste artigo, comprovantes de atendimento das seguintes exigências, simultaneamente:
a) curso ministrado por Instituição de Ensino Superior, que mantenha programa de pós-graduação credenciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES, ou curso ministrado por Instituição que mantenha programa de pós-graduação e que seja conveniada com o Município de Belo Horizonte para o oferecimento de cursos de interesse da Municipalidade;
b) curso cuja qualificação profissional mínima exigida para o corpo docente seja o título de mestre;
c) curso com duração mínima de 360 (trezentas e sessenta) horas presenciais efetivas, devidamente comprovadas;
d) curso que exija monografia ou trabalho de conclusão de curso apreciado por banca que possua, no mínimo, título de mestre, devendo a cópia respectiva acompanhar o requerimento;
e) curso oferecido por instituição de nível superior que ministre cursos de pós-graduação na mesma área de estudo há, no mínimo, 5 (cinco) anos;
f) pertinência temática da monografia ou do trabalho de conclusão do curso com as atribuições do cargo efetivo do servidor;
g) compatibilidade entre o período de freqüência do curso e a jornada diária do servidor, mediante atestado expedido pela instituição que ministrou o curso, que deverá explicitar os períodos e os horários de comparecimento do aluno, além de atestado da chefia imediata especificando o horário de trabalho e a freqüência do servidor no período respectivo, excetuada a hipótese de fruição de licença para tal finalidade.
§ 1º - Excetuam-se da exigência do inciso II do caput deste artigo os cursos de especialização, mestrado ou doutorado realizados em universidade estrangeira, cujos certificados de conclusão ou diplomas devem vir acompanhados dos requisitos estabelecidos nos incisos III e IV do caput deste artigo, conforme o caso, bem como da homologação prevista em legislação específica.
§ 2º - A tese, a dissertação, a monografia ou o trabalho de conclusão do curso apresentados pelo servidor poderão, após análise, ser encaminhados para o acervo da Biblioteca do Professor.
Art. 2º – O requerimento será imediatamente encaminhado pela GERED para a Gerência de Organização Escolar – GEOE, da Secretaria Municipal de Educação – SMED, para a análise do atendimento dos critérios previstos no art. 1º deste Decreto, e cuja conclusão será fundamentada, especialmente quanto à pertinência temática da dissertação, tese, monografia ou do trabalho de conclusão do curso com as atribuições do cargo efetivo do servidor.
§ 1º – Preenchidas as exigências estabelecidas neste Decreto, a GEOE/SMED remeterá a documentação respectiva para a Gerência de Avaliação de Desempenho – GAVD, da Secretaria Municipal Adjunta de Recursos Humanos – SMARH, para sua averbação nos assentamentos do servidor.
§ 2º – Os requerimentos indeferidos serão registrados pela GEOE/SMED nos assentamentos do servidor.
Art. 3º – Os efeitos financeiros referentes à concessão de níveis de vencimentos decorrentes do atendimento das exigências previstas neste Decreto dar-se-ão a partir do mês em que ocorrer o protocolo na GERED da integralidade da documentação exigida no art. 1º deste Decreto, conforme a hipótese prevista nos incisos e parágrafos do referido dispositivo.
Art. 4º - Fica revogado o Decreto nº 10.239, de 11 de maio de 2000.
Art. 5º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Belo Horizonte, 23 de abril de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
As centrais sindicais e os movimentos sociais mineiros convocam para as comemorações de 1º de maio, dia do Trabalhador e da Trabalhadora

MANIFESTAÇÃO DO
DIA DO TRABALHADOR E DA TRABALHADORA
Lutamos por:
- defesa do emprego e da renda;
- redução da jornada de trabalho sem
redução dos salários;
- reforma agrária e reforma urbana;
- valorização dos servidores e dos serviços públicos
domingo, 26 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Piso sim, mas de R$1.132,40 para até 24 horas semanais de trabalho, já! Rumo a R$ 2.077,15 (Piso do Dieese)

terça-feira, 21 de abril de 2009
VEJA COMO FOI O DIA DE GREVE DOS/AS TERCEIRIZADOS/AS PELA CAIXA ESCOLAR PBH
Na assembléia realizada, em seguida, os/as grevistas definiram pela participação na greve geral da educação no dia 24 de abril e da assembléia às 08 horas na Praça da Estação. Outra atividade aprovada foi a realização de uma assembléia específica do setor no dia 28 de abril, 14 horas, na sede do SindREDE/BH, com representantes de escola.
POR QUE OS/AS TERCEIRIZADOS PELA CAIXA ESCOLAR FIZERAM GREVE?
Os serviços de confecção de merenda, limpeza, portaria e vigilância das escolas municipais, vêm sendo terceirizados pela PBH desde 1990. Essa façanha, iniciada no governo do prefeito Eduardo Azeredo, permaneceu durante o governo Patrus, com um agravante, pois além das empresas contratadas, foram criadas as cooperativas de trabalho.
Na greve de 1994 conseguimos provar ao governo Patrus que as cooperativas criavam relações de trabalho semi-escravizado e com isso, elas foram extintas. Mas, o compromisso de realização de concurso público para o setor não foi cumprido e permaneceu a terceirização via as empresas. Várias delas descumpriam os direitos trabalhistas, o que exigiu a mobilização da nossa categoria, inclusive na definição dos processos de licitação, enquanto não ocorria o concurso.
Em 2003, a PBH optou pela terceirização via a Caixa Escolar. As direções de escolas foram alertadas do fiasco de tal proposta. Mas a PBH, para constranger as resistências das escolas, terminou todas as contratações via empresas e apresentou a opção: ou a contratação pela Caixa Escolar ou ficar sem funcionários. As escolas cederam.
Hoje, a PBH, em carta assinada pela SMED, afirma que esses/as funcionários/as não prestam nenhum serviço ao governo municipal e nem mesmo às escolas municipais.A participação de todos/as é fundamental. E o apoio dos demais trabalhadores/as das escolas é imprescindível.
Somente a nossa união garante a resistência e abre negociações.











